segunda-feira, 25 de maio de 2020

CENTRAIS SINDICAIS DE SC UNIDAS EM DEFESA DA VIDA E POR #FORABOLSONARO 👊 Publicado por CUT Santa Catarina

Mesmo em meio à pandemia, as centrais sindicais em Santa Catarina não deixaram de ir às ruas para defender a vida, o emprego e os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Usando máscaras e mantendo o distanciamento recomendado pelos especialistas de saúde, cerca de 40 dirigentes sindicais da CUT, CTB, CSP Conlutas e Intersindical, representantes de diversas categorias de trabalhadores, realizaram um ato simbólico na manhã da quinta-feira, 21 de maio, em frente à Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).
Com faixas, cartazes e bandeiras, os participantes pediram “Fora, Bolsonaro” e explicaram para quem passava as razões pelas quais defendem o impeachment do atual presidente.

Live CRESS DF "Serviço Social e Saúde:trabalho em tempos de pandemia"

No dia 21 de maio, o CRESS 8ª Região DF ​ realizou um debate pelo Facebook com a participação da assistente social Elaine Pelaez que compõe a Frente Nacional contra a Privatização da Saúde (FNCPS).

O debate com a temática "Serviço Social e Saúde:trabalho em tempos de pandemia" contou também com a participação das assistentes sociais Michelle da Costa Martins e Siênia Vaz da Costa, além da deputada federal (PT) Erika Kokay. Assista no link.

"SEM ISOLAMENTO SOCIAL OS CAOS DO COVID-19 VAI SE AGRAVAR ATINGINDO TODOS OS SETORES DO SERVIÇO PUBLICO FEDERAL"

As entidades que compõem o Fórum Nacional do Servidores Públicos Federais -FONASEFE encaminharam oficio ao Ministro da Economia Paulo Guedes em que defendem a necessidade do isolamento social.
No documento as entidades reafirmam que "SEM ISOLAMENTO SOCIAL OS CAOS DO COVID-19 VAI SE AGRAVAR ATINGINDO TODOS OS SETORES DO SERVIÇO PUBLICO FEDERAL"





Corrupção envolvendo o governo Bolsonaro - Via Travessia


Live “Por que a privatização faz mal a Atenção Básica?” - Fórum em Defesa do SUS/RS

O
Fórum em Defesa do SUS/RS
organizou a live “Por que a privatização faz mal a Atenção Básica?” que contou com participação: da trabalhadora do IMESF, Claudia Tomielo; do sindicalista Júlio Jesien, do Sindsaúde/RS; e de Carlos Vasconcelos, do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro.
Importantíssimo dialogarmos sobre a atual situação da Atenção Básica de Porto Alegre e aprendermos com as experiências do Rio de Janeiro, que evidenciam o quanto a privatização da Atenção Básica causa perda da qualidade de saúde e de vida da população e dos/as trabalhadores/as.

Apoio do CES-RJ às medidas de isolamento social, à campanha do CNS para a unificação de todos os leitos de UTI (fila única) e às medidas econômicas que garantam o direito da população à quarentena

O
Conselho Estadual de Saúde
do RJ publicizou apoio às medidas de isolamento social, à Campanha do CNS para a unificação de todos os leitos de UTI (fila única) e às medidas econômicas que garantam o direito da população à quarentena.

Ato no Hospital Universitário Pedro Ernesto-HUPE/UERJ Em defesa da vida dos/as trabalhadores/as da saúde!

Os/as trabalhadores/as exigem EPIs, insumos básicos e todas as condições necessárias pra segurança no trabalho!

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Live Cortez Editora - Luta Antimanicomial em tempos de pandemia: desafios e retrocessos

A Cortez Editora  realizou no último dia 18/05 um debate no Youtube com os Professores Eduardo Mourão (UFRJ), Rachel Gouveia (UFRJ) e Lúcia Rosa (UFPI) sobre a Luta Antimanicomial em tempos de pandemia, que contou ainda com a mediação de Thais Lasevicius (UNIFESP).


Fila única de UTI's e emendas parlamentares - Federassantas - Fed. das Santas Casas e Hosp. Filantrópicos​

No último dia 14/05, a
Federassantas - Fed. das Santas Casas e Hosp. Filantrópicos
​ realizou uma live para discutir a situação dos leitos para a COVID-19 sob entendimento do CNJ. A live contou com a participação da Dra. Kátia Rocha e o Dr. Welfane.


Dia da Luta Antimanicomial (18 de maio)

No dia 18 de Maio celebramos o dia da Luta Antimanicomial em todo o Brasil. Este dia é muito importante pois demarca a necessidade de retornar as memorias/ histórias da luta antimanicomial no BR, que começa com o movimento da reforma psiquiátrica nos anos 70, que tem como principal bandeira de luta uma sociedade sem manicômios/ hospitais psiquiátricos, assim trazendo para o centro da questão o sujeito e suas expressões/ singularidades, de acordo com as suas necessidades e possibilidades, sem que para isso seja necessário seu distanciamento/ exclusão social.
Neste dia, geralmente, o forumSUS Alagoas está nas ruas juntamente com coletivos/ usuários/ movimentos sociais, conversando com a população, defendendo uma sociedade sem manicômios e a necessidade de políticas públicas, gratuitas e de qualidade que ampliem a rede no campo da saúde mental.
Dessa forma, no dia de hoje, estamos lançando a campanha #manicomionuncamais !!
Para participar tire uma foto usando uma placa com a hashtag #manicomionuncamais e publique em suas redes sociais marcando nosso perfil!
É muito importante se somar nessa luta!



"Trabalhadores da saúde e da assistência social na linha de frente: vidas acima dos lucros!" Live FONASEFE

O
Sinasefe Nacional
exibiu na última quinta-feira (14/05) uma live no Facebook.
A transmissão, realizada pelo FONASEFE, com a temática "Trabalhadores da saúde e da assistência social na linha de frente: vidas acima dos lucros!", contou com três palestrantes: Elaine Pelaez (Conselho Nacional de Saúde), Naara Aragão (Fasubra Sindical) e Viviane Peres (Fenasps e CRESS-PR). Mychelle Alves (Asfoc-SN) realizou a mediação do debate.

Manifesto em defesa do SUS e exigência de medidas urgentes no combate ao coronavírus no estado do Rio Grande do Sul

O Fórum em Defesa do SUS/RS e os Movimentos Sociais, sindicatos, partidos e outras organizações da sociedade que subscrevem este Manifesto, no contexto de emergência da pandemia do novo Coronavírus, vêm tornar pública a necessidade do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, da Prefeitura de Porto Alegre e das demais Prefeituras municipais adotarem e publicizarem outras medidas urgentes para o combate à COVID-19.


quarta-feira, 20 de maio de 2020

A vida acima dos lucros!

O desmantelamento dos direitos sociais, o aumento da exploração, o acirramento da crise social, econômica e sanitária é reflexo de um modo de produção que visa apenas obter lucros e rentabilidade para os capitais, mercantiliza, precariza e descarta a vida humana, sobretudo dos trabalhadores.
A VIDA ACIMA DO LUCRO!

CFESS Manifesta - Dia da Luta Antimanicomial (18 de maio)

✊🏾 Saúde não se vende, loucura não se prende! Manicômio nunca mais!
No Dia da Luta Antimanicomial (18/5), assistentes sociais reafirmam seu compromisso em defesa do SUS público e estatal e dos princípios da Reforma Psiquiátrica, com o cuidado em saúde com autonomia, liberdade e respeito aos direitos humanos!
Sabemos que esse contexto de isolamento necessário para enfrentamento à pandemia da Covid-19, que impacta nas condições de trabalho e de sobrevivência da população, contribui para geração e agravamento de sofrimentos mentais, e torna evidente a importância das políticas públicas de saúde mental para a população e para trabalhadoras/es que estão nas linhas de frente.
Continuaremos denunciando as violações de direitos humanos nos manicômios e hospitais psiquiátricos e orientando a população sobre o acesso a direitos sociais e benefícios assistenciais e de proteção contra a Covid-19.
Assista ao Seminário de Serviço Social e Saúde Mental
Leia a nota da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde
#pracegover imagem é uma colagem de recortes de pinturas das paredes do Centro De Convivência de Saúde Mental Arthur Bispo do Rosário, de Belo Horizonte (MG). Há um desenho em destaque, que é uma representação da figura do Bispo, com seus fardões coloridos, e outras figuras, como pássaros e rostos, numa referência à liberdade.

Lute como uma enfermeira!




☀️ Nota do Setorial Nacional de Saúde do PSOL sobre a saída do ministro Nelson Teich e contra a militarização do Ministério da Saúde 🚩

Publicado por
PSOL Saúde
Na última sexta-feira, 15/05/2020, o Ministro da Saúde Nelson Teich pediu demissão do cargo. Embora não dito de forma explícita, sua saída foi por discordância do Presidente Bolsonaro, que se coloca contrário ao distanciamento social preconizado pela OMS e a favor da adoção de medicamento com insuficientes pesquisas clínicas e sem evidências científicas no combate da Covid-19. A saída do segundo Ministro, após 28 dias no cargo, favorecerá o afrouxamento do distanciamento social e a reabertura da economia no momento mais grave da pandemia, bem como a imposição de protocolos sem embasamento para uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19.
Em resumo, é a reafirmação da política da morte, de caráter fascista, que vem sendo implementada pelo Governo Bolsonaro, pouco preocupado com a vida da grande maioria da população, em especial a dos setores historicamente marginalizados em nossa sociedade.
O afrouxamento da política de distanciamento social - até aqui a medida mais eficaz para reduzir o impacto da Covid-19 - e a reabertura econômica, buscam atender aos interesses das frações da burguesia que apoiam o Governo Bolsonaro. Nos últimos dias, temos assistido a seguidas reuniões do Presidente da República com grupos de empresários dos setores industrial e comercial que pressionam pelo retorno de uma suposta normalidade, hipoteticamente, facilitadora da retomada do crescimento econômico. Além destes, o mercado financeiro, favorecido pelo atual governo desde seu início, é o outro interessado na reabertura econômica, já que vem sofrendo mundo afora com a desvalorização nas bolsas de valores.
Uma das justificativas destes setores seria o uso de testes massivos e a possibilidade de implementar um passaporte imunológico que garantiria a ida dos trabalhadores que já produziram anticorpos para a Covid-19. Tal estratégia tem sido adotada por alguns países e empresas, no Brasil e pelo mundo, sem sucesso. A falta de testes como um todo e a baixa confiabilidade dos testes rápidos, associadas à falta de estudos sobre reinfecção e sobre a própria transmissão do vírus tornam esse caminho praticamente impossível no momento, o que poderá custar milhares de vidas.
É inadmissível a adoção pelo Ministério da Saúde de condutas negacionistas que ignorem e atropelem os processos de estudos de medicamentos e pesquisas clínicas em curso no Brasil e em outros países, colocando ainda mais em risco a vida dos cidadãos. Até o momento, não existem evidências que comprovem a eficácia do uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. Ao contrário, estudos mais recentes mostram não só a ineficácia do seu uso, mas o risco de aumento da letalidade ligada a sua utilização em pacientes contaminados. Tenta-se, portanto, impor um protocolo que pode ser, na verdade, um protocolo da morte, feito diretamente pelo órgão máximo do sistema de saúde brasileiro.
É também muito grave o processo de militarização do Ministério da Saúde, em curso a partir da entrada de Nelson Teich, com a nomeação de dezenas de militares para diversos cargos técnicos. A Portaria 445 de 04 de maio de 2020 (DOU 15/05/2020), na qual o Comandante do Exército resolve passar à disposição do Ministério da Saúde, 17 militares, ilustra tal fato. Agora, assume como Ministro interino o general Eduardo Pazuello, que personifica a consolidação da militarização e tutela do ministério, o que indica mais um passo na intenção do fechamento do regime político no Brasil e destruição das instituições. Cabe lembrar que nem durante a ditadura militar o Ministério da Saúde esteve entregue a tantos militares. Enquanto deveríamos ter um ministério preocupado com a contenção da pandemia, orientando e dando suporte técnico e financeiro a estados e municípios, preparando a rede hospitalar, requisitando leitos privados e organizando a fila única, garantindo respiradores e a segurança dos trabalhadores da saúde, coordenando e ampliando a testagem e estimulando o distanciamento, teremos um ministério contra a saúde da população.
Diante destes fatos, reafirmamos nossa posição intransigente em defesa da vida, contrária às medidas que coloquem ainda mais em risco a vida da população, sejam aquelas em relação a desmobilização do distanciamento social ou à de tratamentos sem eficácia comprovada.
Por fim, denunciamos a escalada autoritária do governo Bolsonaro, exigindo a garantia de todas as liberdades democráticas, o avanço das investigações nas quais Bolsonaro está envolvido, como as de crime contra a Saúde Pública e contra a Humanidade, e do urgente impeachment do Presidente da República.
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"Trabalhar menos, trabalhar todos/todas, produzir somente o necessário, distribuir os frutos do trabalho"

A FNCPS saúda as trabalhadoras e os trabalhadores da saúde, atuantes em diversas áreas na linha de frente junto ao enfrentamento da COVID-19.
Nos referimos a quem exerce funções desde atividades-meio (como as relacionadas à serviços de limpeza, cozinha, recepção, administrativo) às atividades-fim dos serviços de saúde (assistentes sociais, enfermeiras e técnicas de enfermagem, farmacêuticas, médicas, psicólogas) que tem resistido à política genocida do atual governo federal declaradamente aliada aos interesses imperialistas, dentre os quais a obtenção do lucro em detrimento de milhões de vidas no panorama mundial.
Endossamos nossa defesa da revogação da EC 95 que congela investimentos em saúde, educação e demais políticas sociais!
Por uma política de valorização de profissionais que trabalham na saúde: com Equipamentos de proteção individuais (EPI's) e coletivos (EPC's) de qualidade e distribuído em quantidade suficiente para todas/os;
Pela manutenção dos empregos com vínculo empregatício, sem arrocho salarial, independente de redução de jornada de trabalho;
Garantia de condições de trabalho!
Acesso aos insumos necessários,
Imagem base do card: Ato em frente ao Hospital Municipal Mário Pinotti, o 14 de Março, em abril de 2020. Foto: João Paulo Guimarães.

Bolsonaro e a indústria farmacêutica: o fetiche da Cloroquina

Artigo de Joana das Flores Duarte
Publicado em
Esquerda Online

terça-feira, 19 de maio de 2020

A FIOCRUZ DIANTE DA COVID-19 - Entrevista Nísia Trindade Lima

Nesta entrevista exclusiva à Ciência Hoje, Nísia fala da importância do Sistema Único de Saúde, de como criar condições para quando uma vacina chegar estar disponível a todos e da iniquidade de gênero dentro da própria Fiocruz.
Publicado por
Ciência Hoje

[IMESF - PORTO ALEGRE] Comida pra quem cuida!

Marchezan segue na tentativa de demitir os trabalhadores/as da Atenção Básica em Porto Alegre. Desde setembro de 2019 em luta, os funcionários/as do IMESF agora estão tendo que lidar com o corte de seu vale-alimentação, absurdo cometido pelo prefeito para pressioná-los a se demitirem e/ou migrarem para as Organizações Sociais (que inclusive já estão atuando e colocando novos profissionais de saúde nas mesmas unidades do IMESF!!!).
Nos solidarizamos aos/às trabalhadores/as do IMESF que cumprem papel fundamental na saúde todos os dias e principalmente agora no combate à COVID-19. Convidamos todas e todos a doarem alimentos nos postos de coleta organizados pelo Sindisaúde (em frente às unidades de saúde) para que os trabalhadores/as possam permanecer na luta por seus empregos e direitos! Além disso, tu também pode contribuir com qualquer valor em nossa campanha virtual, que reverterá o dinheiro em mais alimentos: https://apoia.se/alimentosimesf
Por um SUS 100% público, estatal, de qualidade e de gestão direta!