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sábado, 25 de abril de 2020

Campanha Nacional por testagem ampla do COVID-19

"FIQUE POR DENTRO: A ABIA [Associação Brasileira Interdisciplinar em AIDS] e outras dez organizações da sociedade civil brasileira, entre elas o Forum de ONGs/AIDS de São Paulo e a GESTOS, lançaram carta de adesão para pressionar por testes para todxs no enfrentamento a pandemia da COVID-19 no Brasil. Participe!"

Assine e junte-se à campanha.


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Importantíssimo lançamento de Mário Scheffer sobre a assistência farmacêutica em AIDS no Brasil traz abordagem inovadora sobre a questão farmacêutica

Da edição da Radis de abril de 2013
Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 05/06/2013

Três décadas de antirretroviral

Livro analisa a história do tratamento da aids
Por Bruno Dominguez , jornalista

Desde o aparecimento da aids, o mundo assiste ao desenvolvimento de drogas para tratar a doença numa velocidade nunca vista na história da indústria farmacêutica. Dos primeiros casos à chegada ao mercado do primeiro antirretroviral, o AZT (zidovudina), passaram-se seis anos. E a tecnologia segue evoluindo. Essa saga é analisada no livro Coquetel – "A incrível história dos antirretrovirais e do tratamento da aids no Brasil" (Editora Hucitec, 2012), do presidente do Grupo Pela Vidda (Pela Valorização, Integração e Dignidade do Doente de Aids), em São Paulo, e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Mário Scheffer.

“Das primeiras notificações, em 1981, de casos de uma enfermidade rara, que atingia homossexuais, a um dos mais graves e complexos problemas de saúde pública da atualidade, registram-se avanços significativos, revelando o desenvolvimento acelerado de recursos tecnológicos guiados pela demanda crescente de novos pacientes, pela necessidade contínua de inovações e pela competição entre empresas farmacêuticas multinacionais”, resume o autor. A falta de opções de tratamento, a gravidade e a elevada letalidade da doença, que atinge também os países ricos, impulsionaram as pesquisas à época. Mas o livro não somente relata essa trajetória: expõe as tensões entre o valor mercadológico, valor clínico e valor social das inovações em Saúde, em capítulos que detalham pesquisas clínicas, consenso terapêutico, registro, judicialização, prescrição, propaganda farmacêutica, preço e produção. No prefácio, o professor da Faculdade de Medicina da USP Euclides Ayes de Castilho opina que Scheffer traz “abordagens inéditas”, como do que há por trás da demora e da urgência na aprovação de antirretrovirais, o perfil do médico prescritor, o comportamento das empresas farmacêuticas, os motivos das ações judiciais por novos medicamentos e a capacidade nacional de produção de medicamentos genéricos.

domingo, 4 de novembro de 2012

Denúncia: desvio de dinheiro destinado ao HIV e à AIDS


29/10/2012

Fonte: Gestos

Fonte: www.funcef.com.br

O Ministério da Saúde está prestes a publicar uma portaria que liberará os Estados e Municípios a utilizarem para "fins gerais da saúde" recursos repassados pela União para uso exclusivo da AIDS e que, por inoperância, descompromisso ou falta de atenção, não foram utilizados até dezembro de 2011. 

Desde o ano passado a Gestos tem denunciado que recursos especificos para políticas de HIV e da Aids estavam estagnados há meses (e, em alguns casos, há anos), sem justificativa, nos cofres dos Estados e Municípios em todo o país. Desde então, o Movimento Nacional de Luta Contra AIDS tem demandado a criação de um mecanismo que impusesse aos Estados e Municípios o uso total dos repasses federais.