segunda-feira, 20 de abril de 2020

Nota Política da União da Juventude Comunista (UJC) ✊🏽 PORTARIA 492: CONTRA A AÇÃO ESTRATÉGICA "O BRASIL CONTA COMIGO! " 🚩

Nota Política da União da Juventude Comunista (UJC)
✊🏽 PORTARIA 492: CONTRA A AÇÃO ESTRATÉGICA "O BRASIL CONTA COMIGO! 🚩


"No último mês, o Governo Federal, em ação conjunta dos Ministérios da Saúde e Educação, instituiu a Ação Estratégica “O Brasil Conta Comigo”, por meio da Portaria 492/2020, que convoca alunos dos cursos de saúde (Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia e Medicina) para o enfrentamento da pandemia de Covid-19. Essa medida, organizada e aplicada sem qualquer diálogo com os movimentos sociais, entidades estudantis e Instituições de Ensino Superior, é mais uma demonstração do despreparo do
Governo Bolsonaro para lidar com um momento tão crítico da saúde pública brasileira."


✊🏽
🚩 Leia na íntegra  ➡️ no nosso site.



Live Unidade Classista sobre Saúde na Bahia - Pandemia, condições de trabalho e SUS

No dia 15/04, às 18h, ocorreu um debate sobre Saúde na Bahia-Pandemia, condições de trabalho e SUS, com participação de Elisangela Santos, assistente social e militante da Frente Baiana Contra a Privatização do SUS e Rômulo Caires, médico e militante da Unidade Classista.

Você ainda pode assistir, clicando aqui.

domingo, 19 de abril de 2020

Agora estamos também no instagram!

A Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde também está no Instagram.
Siga nossa página!
Entre nesta luta! 






ENTIDADES PRESSIONAM SENADORES PARA NÃO VOTAREM NA MP 905.

ENTIDADES PRESSIONAM SENADORES PARA NÃO VOTAREM NA MP 905.

PRESSÃO TOTAL NELES!
A MP 905 caduca às 24h de segunda-feira (20) se não for votada no Senado. Por isso, estas últimas horas precisarão ser de pressão total sobre os senadores para que de fato não votem o texto e deixem essa MP nefasta caducar.
Bolsonaro já iniciou as negociatas para comprar o voto de senadores com distribuição de cargos e emendas. É preciso pressão total para impedir que eles votem esta MP.
Pressione os senadores do seu estado. Vamos enviar emails, fazer exigências pelas redes sociais, denunciar à população que esta MP vai trazer desemprego em massa e ainda mais retirada de direitos.

#CaducaMP905

SAIBA MAIS!

Fora Bolsonaro e Mourão!

Live Esquerda diário "Governo Bolsonaro e o capitalismo brasileiro sob os efeitos da pandemia"

"O que alguns dos principais intelectuais de esquerda do país têm a dizer sobre o governo Bolsonaro e a crise do capitalismo brasileiro sob os efeitos da pandemia?
Com Virgínia Fontes, profª de História da UFF, Ricardo Antunes, prof. de Sociologia da Unicamp, e Vladimir Safatle, prof. de Filosofia da USP, não perca! Com mediação de Simone Ishibashi, doutora em Economia Política Internacional pela UFRJ, e editora do Suplemento Teórico Ideias de Esquerda."

Clique aqui para assistir.

sábado, 18 de abril de 2020

Live (Conselho Nacional de Saúde) “Coronavírus e perspectivas para o SUS”

Confiram a Live “Coronavírus e perspectivas para o SUS”, do CNS, que ocorreu no Dia Muncial da Saúde (07/04). 
A Live contou com a participação dos conselheiros nacionais de saúde: Moysés Toniolo, Neilton Araújo, Vanja dos Santos e Priscilla Viégas.





Tratamento adequado e de qualidade para todos/as! Condições de trabalho aos/às trabalhadores/as da saúde!

Diante do cenário de amplo e crescentes registros de transmissão da COVID-19, torna-se imprescindível que se garantam Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) em quantidade e qualidade para os/as trabalhadores/as de saúde, garantindo também o acompanhamento médico, psicológico e social desses/as profissionais, além da garantia de direitos, condições de trabalho e salários dignos. Como parte das ações de enfrentamento à pandemia, destaca-se a necessidade de ampliação não precarizada do quadro de trabalhadores/as que se encontram na linha de frente, especialmente daqueles/as atuantes no Sistema Único de Saúde e nas políticas de seguridade social, o que requer contratações emergenciais e convocação imediata dos/as aprovados/as em concursos públicos em todo o país. Pela promoção do acesso gratuito à testagem rápida e outros materiais necessários à prevenção da transmissão da COVID-19, como a distribuição gratuita de produtos de higiene, em especial àqueles/as em situação de desproteção social; pela garantia do tratamento adequado a todos/todas os/as pacientes infectados pela COVID-19, incluindo medicação, em todos os níveis do sistema, com infraestrutura e condições compatíveis com a complexidade dos casos, JÁ! Nossa saúde não é mercadoria!

#vidaacimadolucro
#vivaostrabalhadoresdosus
#defesadoSUSpublicoestatal


#revogaEC95


sexta-feira, 17 de abril de 2020

MP 905/2019 - Mais um ataque à classe trabalhadora

Na madrugada do dia 15 de abril de 2020, a Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória (MP) nº 905, que se configura como mais um entre tantos ataques a classe trabalhadora!

Confiram a manifestação de diversas Forças Políticas que já se posicionaram através de Notas contra a MP nº 905, dentre elas a Unidade Classista, a FENASPS, a Democracia Socialista e Centrais Sindicais.



Live com Mauro Iasi

Conexão Lisboa entrevista Mauro Iasi.
Análise de conjuntura e as possíveis saídas para a classe trabalhadora, com Carlos Hortmann.

Assista o vídeo.

quinta-feira, 16 de abril de 2020

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Mensagem da Profª Valéria Correia e ex-Reitora da Ufal - DIA MUNDIAL DA SAÚDE

Mensagem da Profª Valéria Correia e ex-Reitora da Ufal
"Hoje é o dia Mundial da Saúde!
Dia de afirmar que em tempos de Pandemia, a vida vale mais que a economia!
Hoje é dia de agradecer às trabalhadoras e aos trabalhadores da saúde Hoje é dia de agradecer às trabalhadoras e aos trabalhadores da saúde que têm arriscado diariamente suas vidas para salvar vidas. Sabemos que nenhum/a trabalhador/a público é parasita, como afirmou o atual Ministro da Economia. Pelo contrário precisam ser valorizados com salários e jornadas de trabalho justas. Que todas esferas de governo providenciem Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva, com urgência, para evitar o contágio desses/as trabalhadores/as.
Hoje é dia de luta em defesa do SUS e de evidenciar a sua importância para o conjunto da sociedade com as ações do combate à COVID19. O mesmo SUS que vinha sendo desmontado pelo atual Ministro da Saúde, com medidas para diminuir a atenção primária no país e a Estratégia Saúde da Família. Ele apoiou a EC 95 que retirou mais de 20 bilhões do SUS e havia anunciado a Desvinculação dos Recursos da União para a saúde.
Há 72 anos, em 1948, no dia 07 de abril, a OMS ampliou seu conceito de saúde, não mais considerando saúde apenas como ausência de doença, mas como o “um estado completo de bem-estar físico, mental e social”. A Constituição de 1988 e a Lei Orgânica da Saúde 8080/1990 absorveram esta ampliação e a responsabilização do Estado em garantir políticas econômicas e sociais que visem a redução de riscos de doenças, que tem como determinantes e condicionantes “a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, a atividade física, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.”
A realidade em que se encontra a maioria da população brasileira, fruto das desigualdades sociais, é evidenciada no combate ao Coronavírus: 31 milhões não têm acesso à água encanada; 74 milhões vivem sem esgoto; 5,8 milhões não têm banheiro dentro de casa, 11 milhões estão desempregados; 41% da população é trabalhador/a informal; existe um déficit de mais de 6 milhões de moradia. Mesmo assim, este governo havia cortado 158 mil beneficiários do bolsa família e vinha desmontando a seguridade social, com a realização da reforma da Previdência, do desfinanciamento do Sistema Único de Assistência Social, e desmonte do SUS.
É responsabilidade do Estado enfrentar a Pandemia do Coronavírus e realizar todas as ações para prover o atendimento das necessidades da população para que cumpram as medidas de isolamento social recomendadas pela Organização Mundial da Saúde.
O auxílio emergencial, liberado pelo governo federal por pressão social, tem que chegar aos seus destinatários de forma imediata. Medidas sanitárias especiais de proteção contra o coronavirus são necessárias para os povos indígenas, comunidades tradicionais e população em situação de rua.
O contexto atual revela, mais que nunca, a importância do investimento na Ciência e nas Universidades públicas. Houve um corte recente no número de bolsas da Capes e, ano a ano, os investimentos em Ciência são diminuídos. As Universidades e a Ciência estão dando significativas respostas no enfrentamento do Coronavírus, com descobertas científicas e inovadoras.
Chega de negacionismos das evidências científicas para favorecer o mercado e o lucro: não é uma gripezinha, há aquecimento global, a terra não é plana, as queimadas e o desmatamento são crimes ambientais, os agrotóxicos envenenam nosso alimento.
As vidas importam mais que a economia, Bolsonaro, não seja irresponsável com seus atos e discursos criminosos. Não use fake news para justificar suas iniciativas que atentam contra as orientações da OMS. “Suas ideias não correspondem aos fatos” (Cazuza).
A pandemia coloca em xeque o atual modelo econômico e social no mundo e o fracasso do neoliberalismo e do ultraliberalismo, especialmente, no Brasil. A revogação da EC 95 que congelou os gastos sociais por 20 anos tem que ser exigida. A auditoria da dívida pública e a taxação das grandes fortunas e das grandes movimentações financeiras têm que entrar na pauta como saída para a crise. A Proposta de Emenda Constitucional 10/2020, denominada “Orçamento de Guerra”, que acaba de ser aprovada pela Câmara Federal e está tramitando no Senado não pode passar. Ela, tanto quanto a EC 95, blinda os recursos destinados ao pagamento da dívida pública, e autoriza a “atuação do Banco Central em defesa dos interesses dos bancos e demais instituições que atuam no mercado com o uso de recursos do Tesouro Nacional, aproveitando-se para isso do combate à calamidade em curso”, conforme a análise do professor da UFPE, Paulo Rubem.
O país não se preparou tão bem para enfrentar a Pandemia do coronavirus como tem anunciado o Ministério da Saúde. É bom ressaltar que já se tinha a previsão da chegada do coronavirus no Brasil para fevereiro e março deste ano e nenhuma providência, com antecedência, foi tomada por esse Ministério. Vários óbitos têm ocorrido sem que sejam conhecidos os resultados dos exames do coronavirus. Existe subnotificação dos casos por falta de teste. Gilberto Calil, professor da Unioeste, em artigo recente, “Brasil: a construção da tragédia”, ao questionar se a curva de mortes por coronavirus está realmente abaixo dos demais países, faz um quadro comparativo do número de dias para chegar a 400 mortes, a partir do dia da constatação da primeira morte em cada país: o Brasil registra 400 mortes no 18º dia, um dia a mais que a Itália (17º) e um dia a menos que o Reino Unido (19º). Os Estados Unidos levaram quatro dias a mais que o Brasil para chegar a 400 mortes. Ele afirma que “isto indica que a situação brasileira é dramática. Não como algo isolado, pois o quadro mundial é muito preocupante, mas o suficiente para que possamos considerar que o discurso do Ministério da Saúde é inadequado e inapropriado.”
Em tempos de Pandemia, temos que afirmar que a vida não é mercadoria!
Que neste triste período da história que atravessamos, os bons sentimentos nos movam e nos tornem mais humanos para mudar o mudo!
“No mundo grande e terrível”, Antonio Gramsci, nos Cadernos do Cárcere, já afirmava: “A crise consiste precisamente no fato de que o velho está morrendo e o novo ainda não pode nascer. Nesse interregno, uma grande variedade de sintomas mórbidos aparece.”
Sigamos juntas e juntos, mesmo no distanciamento social, a construir o novo mundo que está para nascer.
Em defesa da vida e contra sua mercantilização!
A Frente Nacional contra a Privatização da Saúde convoca para o “Barulhaço em defesa do SUS”, hoje, às 20:30.
Valéria Correia: Ex-Reitora da Ufal, professora da FSSO, pesquisadora da área da saúde pública e militante da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde e do Fórum Alagoano em defesa do SUS."



terça-feira, 14 de abril de 2020

A nossa sociedade é historicamente marcada pela divisão em classes sociais e, consequentemente, pela desigualdade social. Em tempos de pandemia da Covid-19, as condições de isolamento social não são igualitárias entre as frações da classe trabalhadora, em especial as mais precarizadas. Dentre as medidas adotadas para conter a pandemia entre os países atingidos, o isolamento social é a que tem apresentado melhores resultados. Os pronunciamentos e a postura adotada pelo presidente da república, condenando a restrição ao convívio social e conclamando a população a retomar suas atividades, contraria as evidências de impacto positivo que essa medida trouxe a outros países diante da crise sócio sanitária atual, e não passam de chantagem e falácias que encobrem seu desprezo pela vida humana, favorecendo seus compromissos com o imperialismo norte-americano e os interesses do grande capital. É necessário defender as orientações para que, a população saia de casa apenas quando estritamente necessário, de modo a contribuir com a redução da transmissão da Covid-19. Para que isso ocorra, é necessário garantir as condições para que os/as trabalhadores/as, em especial àqueles/as com trabalhos informais e autônomos, tenham condições de permanecer no isolamento social. Tal proposta deve estar vinculada à outras ações de enfrentamento à pandemia, considerando as particularidades regionais. Nesse sentido, é fundamental defender também o isolamento dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, evitando um possível extermínio e a propagação da Covid-19 entre a população.

FORA Bolsonaro/Mourão!




segunda-feira, 13 de abril de 2020

Live "A Importância do SUS no Contexto da Pandemia" (ANDES-SN)

"O ANDES-SN recebe as professoras Elaine Behring (UERJ) e Maria dos Remédios (UFMA) para um debate sobre a importância do Sistema Único de Saúde principalmente durante a pandemia do novo coronavírus. A mediação é realizada pela professora Jacqueline Lima (UFG), 2ª secretária do ANDES-SN."


Para assistir, clique aqui.





domingo, 12 de abril de 2020

Live do FOSPERJ “Em defesa do serviço público em tempos de Covid-19

"Live do FOSPERJ “Em defesa do serviço público em tempos de Covid-19”
Assista a live do Fórum Permanente de Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (FOSPERJ) com os especialistas Paulo Lindesay, diretor da ASSIBGE SN e Coordenador do Núcleo da Auditoria Cidadã da Dívida Pública RJ e da professora Dra. Maria Inês Souza Bravo da UERJ, integrante do Fórum de Saúde do Rio e da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde.
A live inaugura uma série de edições que trará especialistas para discutirem o serviço público e a conjuntura política. Sempre com debate temas de interesse da defesa do funcionalismo.

Mediaram o debate os membros do FOSPERJ, Flávio Sueth Nunes, presidente da (ASSEMPERJ) Associação dos Servidores do MPRJ e o Gustavo Lopes, presidente da ADESFAETEC (Associação dos Docentes do Ensino Superior da FAETEC, Seção Sindical do ANDES Sindicato Nacional)."


Assista a live clicando aqui




sábado, 11 de abril de 2020

Diante do cenário atual, reforçamos a necessidade de denunciar o projeto de destruição dos direitos conquistados pela classe trabalhadora. Defendemos a revogação total e imediata da MP 927/2020, do Presidente da República, que dispõe de medidas trabalhistas durante a pandemia da COVID-19, pondo em risco a vida da classe trabalhadora, na contramão das medidas e ações de proteção de emprego e renda adotados por diversos países. Como exemplo dos ataques, esta MP permite suspensão temporária de contrato de trabalho, extensão da carga horária e redução de horas de descanso para trabalhos essenciais, e possibilidade de redução da carga horária e salários dos demais trabalhadores.

DEVE ser garantido o direito ao afastamento à todos os/as trabalhadores/as que se enquadrem nos grupos de risco ou em situações previstas nos protocolos internacionais de combate à pandemia, com garantia de estabilidade de emprego e sem perdas salariais ou de qualquer outro direito. Pela revogação da Reforma Trabalhista e da Reforma da Previdência e pela concessão de todas as aposentadorias já solicitadas!

#vidaacimadolucro
#diamundialdasaude2020
#vivaostrabalhadoresdosus



quinta-feira, 9 de abril de 2020

Live "O SUS diante da pandemia"

Para quem não pôde acompanhar ao vivo, segue link para acesso ao vídeo da live: "O SUS diante da pandemia".

"Esta terça-feira (7) é o Dia Mundial da Saúde. o programa de hoje, trataremos do tema 'O SUS diante da pandemia. Participam conosco Alana Rodrigues, do Fórum Tocantinense de Saúde; Maria Inês Bravo, professora da UERJ e da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde; Áquilas Mendes, professor da faculdade de Saúde Pública da USP e da PUC-SP e Carolina Iara, travesti, intersexo e da Rede de Jovens Positivo."

Para assistir, clique aqui.


domingo, 5 de abril de 2020

Frente a conjuntura de pandemia, reafirmamos nossas bandeiras de luta!

📌  Para evitar uma tragédia humanitária de maiores proporções e que a classe trabalhadora pague a conta da crise com sua vida, defendemos um conjunto de políticas sociais, econômicas e ações emergenciais a serem aprovadas em caráter de urgência.

📌  Demarcamos nossa posição intransigente de resistência contra todo o processo de mercantilização da vida; na defesa das liberdades democráticas, dos direitos sociais, bem como na defesa do patrimônio e da soberania nacional frente aos interesses imperialistas; e da necessidade de reorganização da classe trabalhadora na construção de um projeto próprio que atenda aos seus interesses!


#vidaacimadolucro #diamundialdasaude2020 #vivaostrabalhadoresdosus



quinta-feira, 2 de abril de 2020

Nota da FNCPS - COVID 19

Que no Dia Mundial da Saúde - 07 de abril - a sociedade defenda os direitos sociais, um sistema de saúde público e estatal, as liberdades democráticas e um projeto de sociedade voltado aos interesses dos trabalhadores e das trabalhadoras!

VAMOS PARTICIPAR DO BARULHAÇO!
07 de abril - 20h30


Nota da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde

A Frente Nacional contra a Privatização da Saúde (FNCPS), composta por diversas
entidades, entre elas, fóruns de saúde, movimentos populares e sociais, centrais sindicais, sindicatos, partidos políticos e projetos universitários, vem manifestar seu posicionamento diante da gravidade da pandemia provocada pelo coronavírus que chegou ao Brasil. Para a FNCPS, a
garantia da vida de milhares de brasileiras e brasileiros passa pela reafirmação e defesa do caráter público, estatal e gratuito do sistema de saúde, com administração direta do Estado, disponibilidade de recursos suficientes para atender a todas as necessidades da população e sob o controle dos/as trabalhadores/as, efetivando, assim, a implementação do SUS que só será
completa quando alinhado a um projeto de sociedade voltado aos interesses da classe trabalhadora.

O momento é desafiador, não só da necessidade de organização e resistência em defesa do direito à saúde, como de toda a seguridade social. Encontra-se nítido o projeto ultraneoliberal e genocida do presidente Jair Bolsonaro para os trabalhadores e trabalhadoras: todas as suas medidas, desde o início, vêm representando um ataque brutal à imensa maioria da população, favorecendo os interesses do capital, colocando o lucro acima da vida. 

Para além da luta por avanços nas políticas de proteção social, diante desse momento de urgência, provocado pela COVID-19, é necessário exigir do Estado condições para seu enfrentamento, em especial para aqueles e aquelas que se encontram em qualquer situação de
injustiça social, econômica e/ou sanitária, expressas por condições de vida e trabalho precarizadas, sem acesso a emprego, renda, alimentação, moradia, abastecimento de água, saneamento básico e outros direitos sociais necessários para sua sobrevivência e para a prevenção recomendada diante dessa pandemia.

Os pronunciamentos e a postura adotada pelo presidente, condenando a restrição ao convívio social e conclamando a população a retornar suas atividades, contrariando as evidências de impacto positivo que essa medida trouxe a outros países diante da crise sócio sanitária atual, não passam de chantagem e falácias que encobrem seu desprezo pela vida humana e seus compromissos com o imperialismo norte americano e os interesses do grande capital, utilizando-
se desse momento, inclusive, para aprofundar os ataques aos direitos dos/as trabalhadores/as e a destruição de políticas públicas, aprofundando os processos de privatização do SUS, o
fortalecimento do setor privado da saúde em detrimento do setor público e a expansão dos planos de saúde, haja vista a criação da Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (ADAPS) e ações correlatas que continuam com os ataques que historicamente o SUS vem sendo
submetido.

Para evitar uma tragédia humanitária de maiores proporções e que a classe trabalhadora pague, mais uma vez, a conta da crise com sua vida, a FNCPS defende um conjunto de políticas sociais, econômicas e ações emergenciais a serem aprovadas em caráter de urgência, apesar de saber que essas medidas possuem limitações no tocante à garantia do cuidado necessário à saúde da população e que são ainda muito restritas no que confere à construção de uma
sociedade mais justa a longo prazo. É necessário continuar avançando na luta pela igualdade social.

Para tanto exigimos:

- Manutenção do isolamento/afastamento social para assegurar a vida da população
e a redução da transmissão da COVID-19;
- Revogação da Emenda Constitucional nº 95, da Lei de Responsabilidade Fiscal e a
Desvinculação de Receitas da União e dos Estados que limitam os gastos com
todas as políticas sociais, particularmente para a saúde;
- Revogação total e imediata da Medida Provisória nº. 927/ 2020, assinada pelo
presidente Jair Bolsonaro, que dispõe, dentre outras ações, de violação de
proteção trabalhista durante a pandemia da COVID-19, pondo em risco a vida e
sobrevivência da classe trabalhadora, na contramão das medidas de segurança de
emprego e renda adotados por diversos países;
- Suspensão dos pagamentos de juros e amortização das dívidas públicas nas três
esferas de governo;
- Realocação de recursos para o atendimento emergencial do SUS, com a gestão centralizada e estatal de todos os serviços públicos e privados envolvidos no
atendimento à população, priorizando as unidades próprias;
- Realização de concurso público e contratações emergenciais de trabalhadoras/es da saúde com garantia de direitos, condições de trabalho e salários dignos;
- Disponibilidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Equipamentos
de Proteção Coletivas (EPCs) em quantidade e qualidade para as/os trabalhadores de saúde, garantindo também o acompanhamento médico, psicológico e social dessas/es trabalhadoras/es;
- Direito ao afastamento à todos/as trabalhadores/as que se enquadrem nos grupos de risco ou em situações previstas nos protocolos internacionais de combate à pandemia, com garantia de estabilidade de emprego e sem perdas salariais ou de
qualquer outro direito;
- Promoção do acesso gratuito à testagem rápida e outros materiais necessários à
prevenção da transmissão da COVID-19, como a distribuição gratuita de produtos
de higiene em especial para aqueles em situação de injustiça social;
- Garantia do tratamento adequado a todos/as pacientes infectados/as pela COVID-19, incluindo medicação, em todos os níveis do sistema, com infraestrutura e
condições compatíveis com a complexidade dos casos;
- Tabelamento e congelamento dos preços de materiais e medicamentos
necessários a prevenção e tratamento da COVID-19;
- Suspensão da cobrança de mensalidade, taxas e encargos por parte dos planos
privados de saúde enquanto durar o período crítico da pandemia no país;
Proibição de reajuste nos planos de saúde por um ano;
- Preservação do isolamento dos povos indígenas e das comunidades tradicionais,
evitando um possível extermínio e a propagação do vírus da COVID-19 nessa
população;
- Tabelamento de preços de gêneros de primeira necessidade e garantia de moradia e alimentação através da distribuição de cestas básicas para a população em situação de rua, desempregada e informal;
- Suspensão de cortes e cobranças de pagamentos de serviços básicos (luz, água, internet, gás) e de aluguéis por 3 meses ou mais, caso as medidas de controle da pandemia se prolonguem;
Ampliação do programa de seguro desemprego;
- Garantia da renda às pessoas em processo de aposentadoria e conclusão
daqueles em andamento;
- Ampliação e garantia de acesso ao Bolsa Família;
- Renda de um salário mínimo para cada membro adulto das famílias dos
trabalhadores informais e aos desempregados;

NESSA DIREÇÃO AINDA SE FAZ NECESSÁRIO:

- A resistência contra todo o processo de mercantilização da vida;
- A garantia das liberdades democráticas, dos direitos sociais, bem como a defesa
do patrimônio e da soberania nacional frente aos interesses imperialistas;
- A reorganização da classe trabalhadora na construção de um projeto próprio que
atenda seus interesses.

Nenhum serviço de saúde a menos!
Nenhum/a trabalhador/a de saúde a menos!
Nenhum direito social conquistado a menos!
Nenhuma liberdade democrática a menos!

FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Dia Mundial da Saúde

#Alerta de chamado da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde para o dia 07 de Abril - Dia Mundial da Saúde!

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

I Seminário Região Norte da FNCPS

#ATENÇÃO Região Norte!!

I Seminário Região Norte da FNCPS
'Em defesa da Seguridade Social e das liberdades democráticas: da luta não nos retiramos'
11 e 12 de novembro de 2019
Local: auditório da Reitoria/ UFT Campus Palmas
Palmas-TO


quinta-feira, 17 de outubro de 2019

FNCPS e DENEM presentes no 57° COBEM!

     O 57º COBEM (Congresso Brasileiro de Educação Médica) foi realizado em Belém nos dias 29 de setembro a 02 de outubro com o tema “Educação Médica Transformadora: compromisso e responsabilidade social”. Militantes da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde e da DENEM participaram das atividades do Congresso. A participação dos discentes nas mesas da programação do Congresso trouxe perspectiva mais crítica ao debate de educação médica. Além disso, foi possível pautar, em programação paralela, o Projeto Future-se e os atuais ataques que estão ocorrendo ao ensino superior público e a MP do Médicos pelo Brasil, que está tramitando na câmara e representa uma grande ameaça de privatização e desmonte da atenção primária em saúde. Também foi possível a realização de espaço em que os estudantes de medicina de todo o Brasil puderam discutir sobre o panorama atual dos cenários de prática e seu impacto na formação médica.


sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Encontro Nacional de Residências em Saúde conta com participação de reitora da UFAL

Valeria Correa, reitora da UFAL e militante da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde marca presença no Encontro Nacional de Residências em Saúde!

https://ufal.br/ufal/noticias/2019/10/reitora-participa-do-encontro-nacional-de-residencias-em-saude


Foto: site oficial da UFAL



HOJE A UFAL DISSE #NÃO AO FUTURE-SE!


Gestão divulga documento sobre o Future-se para subsidiar deliberação dos conselheiros


   A sessão especial do Consuni acontece nesta quinta-feira (10), às 9 h, no CIC_
Após uma série de debates em audiências públicas, na sessão especial na Assembleia Legislativa, na aula magna da calourada 2019.2, chegou o momento de decidir sobre o programa Future-se. A sessão extraordinária do conselho Universitário com a pauta Análise e deliberação sobre a adesão da Ufal ao Programa Institutos e Universidades Empreendedoras e Inovadoras – Future-se está convocada para esta quinta-feira (10), às 9 h, no auditório do Centro de Interesse Comunitário (CIC).
Com o objetivo de subsidiar o debate na comunidade universitária, foi publicado na segunda-feira (7) o documento elaborado pelo Grupo de Trabalho (GT) constituído por Ato da Reitoria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). A análise apresentada no documento teve como referência as divulgações do programa Future-se pelo Ministério da Educação (MEC), em 17 de julho deste ano.
Também serviram de referência os vários debates para aprofundar o tema, como, por exemplo, o debate com a presença da deputada federal Margarida Salomão, presidenta da Frente Parlamentar pela Valorização das Universidades Federais, realizado no dia 21 de agosto de 2019, às 14h, no Auditório do CIC, com ampla participação da comunidade universitária e que serviu para esclarecer vários pontos sobre o projeto.
O documento traz dados sobre a Ufal, contextualizando os temas do projeto de lei do governo federal, como, as questões de gestão e governança, empreendedorismo, pesquisa, inovação, patentes e internacionalização. Também são abordadas as questões de Organizações Sociais, fundo de investimentos e da extensão, refletindo sobre as formas de financiamento das ações universitárias, levando em conta a autonomia dos grupos de pesquisa, necessárias para uma investigação rigorosa da realidade.
Segundo o documento, o PL formulado, sem discussão prévia com a comunidade científica do país e dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) suscita preocupação, sobretudo, quanto à autonomia das Universidades Públicas, sobre a gestão e fontes de financiamento. Apresenta ainda, de acordo com as conclusões do GT, inseguranças jurídicas e aspectos de inconstitucionalidade. O documento elaborado pela Ufal expõe pontos estruturantes de desmonte da autonomia das universidades públicas e do risco caso o Estado abra mão da responsabilidade pelo financiamento do Ensino Superior.
O texto aponta o posicionamento da gestão da Universidade Federal de Alagoas contrário à implementação do PL apresentado. A gestão da Ufal segue na defesa do Financiamento Público Estatal para as universidades públicas como principal fonte de recursos. Isso não significa cessar a discussão sobre outras fontes de financiamento para a universidade, desde que preservado o princípio da gratuidade da universidade pública. a proposta defendida é, portanto, continuar garantindo o acesso democrático ao ensino superior de qualidade.

Leia aqui o documento ao final da matéria


#SomosTodosUfal

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Fórum Alagoano em Defesa do SUS promove Seminário

Será realizado em Maceió, nos dias 24 e 25 de outubro, um seminário em comemoração dos 10+1 anos do Fórum Alagoano em Defesa do SUS. As atividades acontecerão na UFAL (Campus A. C. Simões) e contará com espaços de mesas, oficinas e organização da luta por um SUS público, 100% estatal e de qualidade! Num momento de tantos retrocessos e retiradas de direitos temos que reafirmar nossas bandeiras e lutas coletivas!


Hoje se encerram as inscrições para o IX Encontro Nacional de Residências em Saúde (ENRS)



O ENRS tem como tema "Do sertão ao mar seremos resistência: residências em defesa da vida" e será realizado nos dias 13 a 16 de outubro na Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN em Natal.

Militantes da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde e de diferentes fóruns do Brasil estarão presentes no evento como residentes e docentes. Contamos também com falas das Prof Dra Dalva Horácio do Fórum do Rio Grande do Norte e Prof Dra Maria Valéria Correia do Fórum de Alagoas.

Em um momento de tantos retrocesso e ataques aos direitos dos trabalhadores precisamos ampliar o debate e nossa organização para resistir aos ataques e retrocessos referentes à formação, precarização das condições de trabalho e assistência à saúde. Venham construir a luta por um SUS público, universal, 100% estatal e de qualidade!


quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Enesso lança boletim informativo sobre atuação do Movimento Estudantil de Serviço Social na composição da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde!!!


"A Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social/ENESSO em a público divulgar um importante material orientado ao fortalecimento do Movimento Estudantil de Serviço Social no campo da vinculação com as lutas atreladas aos interesses da classe trabalhadora.

Elaborado em conjunto pela última representação da ENESSO na Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde e anterior Coordenação Nacional da ENESSO “Quando resistir faz parte da estrada, é tudo ou nada” (2018/2019). a gestão atual da CN “Somos sementes: se o presente é de luta, o futuro nos pertence” (2019/2020) referenda esse boletim informativo que reúne repasses e orientações acerca da atuação da nossa Executiva na Frente. 

Convocamos a todas e todos a dar ampla divulgação a essa primeira edição do boletim, bem como do formulário disponível aqui [link disponível por meio de acesso ao blog].
Esse formulário objetiva mapear a atuação de estudantes de Serviço Social em suas bases junto aos fóruns vinculados a Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde.

De modo geral o boletim se pretende uma contribuição para subsidiar os debates, estudos, planejamentos e ações do MESS na defesa das lutas pela saúde pública, 100% estatal e gratuita.
Saudações!

Via ENESSO.

Clique aqui e acesse esse boletim!


terça-feira, 8 de outubro de 2019

FIM DO IMESF: A quem interessa a alternativa oferecida pela prefeitura? #SAÚDE EM POA


O STF decidiu pela inconstitucionalidade da lei que autorizou a criação do IMESF - Instituto Municipal da Estratégia de Saúde da Família de Porto Alegre. Com isso, serão demitidos mais de 1.800 trabalhadores e trabalhadoras, dentre eles agentes comunitários/as de saúde, enfermeiros/as e técnicos/as, médicos/as, etc. Estes profissionais foram contratados via CLT, sem estabilidade ou vínculo estatutário, sob condições precárias de trabalho e com salários menores.
O prefeito Nelson Marchezan Jr. garantiu que a população não será afetada e apresentou a solução: a terceirização na contratação dos/as trabalhadores/as em caráter emergencial e a privatização da atenção básica do município de forma definitiva. Cabe ressaltar que a atual gestão já declarou o interesse em entregar a operacionalização da saúde de Porto Alegre para Organizações Sociais da Saúde anteriormente, o que foi retomado pelo prefeito agora, com o fim do IMESF.

Marchezan disse ainda que fará “do limão uma limonada”, mas qual limão seria mais oportuno do que este, para essa gestão truculenta que toma decisões sem respeitar o controle social? Esta foi a ocasião perfeita para o já articulado favorecimento da iniciativa privada, rendendo lucro aos grandes empresários à custa dos/as trabalhadores/as da atenção básica. Caso contrário, por qual motivo o prefeito citaria o Instituto de Cardiologia e o Hospital Moinhos de Vento como alternativas imediatas ao fim do IMESF? Por que somente através destas instituições é possível melhorar a rede de saúde, ao invés de investir em concurso público direto, via Secretaria Municipal da Saúde, fortalecendo o SUS para além dos interesses do mercado?

A terceirização e a privatização da atenção básica não altera a lógica da inconstitucionalidade já evidenciada no IMESF. Queremos concurso público, com garantias, direitos e condições dignas de trabalho aos/às profissionais! Saúde não é mercadoria para ser vendida e entregue ao setor privado.
Todo apoio aos/às companheiros/as do IMESF, estamos juntos/as nessa luta!!
Estão ocorrendo diversos movimentos no município e assembleias de trabalhadores. Nesta última semana aconteceu paralisação, panfletagens nas unidades, plenária com as comunidades e será encaminhado no dia 09/10: GREVE DE TRÊS DIAS.

Nas fotos abaixo, registro da organização dos movimentos sociais em Porto Alegre referente à situação do IMESF.






Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre/RS se posiciona sobre extinção do IMESF

Confira a nota do Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre sobre a extinção do IMESF:








segunda-feira, 7 de outubro de 2019

CHAMADA PARA INSCRIÇÕES DE TRABALHOS - IX SEMINÁRIO DA FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE (2019)

O Fórum Paraibano em Defesa do SUS e a Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde declaram abertas as inscrições para apresentações de trabalhos para o IX Seminário da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde, que acontecerá nos dias 06 a 08 de dezembro, na cidade de João Pessoa-PB, com o tema "A classe em si e a classe para si: os desafios para a classe trabalhadora diante do desmonte da seguridade social". 

Poderão ser inscritos trabalhos do tipo:
- Ensaio teórico; pesquisa empírica ou teórica; resultado de iniciação científica; trabalho de conclusão de curso; pesquisa em exercício profissional; projeto de extensão; dissertação de mestrado; tese de doutorado ou pós doutorado (realizados ou em andamento nos últimos 5 anos);
- Relato de experiência;
- Revisão bibliográfica;
- Relato de caso.

Os eixos para submissão dos trabalhos são:
1. Saúde, trabalho e movimento sindical;
2. Movimentos sociais, participação popular e controle social;
3. Saúde mental e política de drogas;
4. Contrarreformas neoliberais e privatização da saúde;
5. Formação em Saúde;
6. Financiamento em Saúde;
7. Atenção básica e atenção primária em saúde;
8. Saúde e seguridade social;
9. Gênero, raça, etnia e classes.

O prazo para inscrições de trabalhos vai até 28 de outubro do corrente ano e deverão seguir as orientações contidas no site do evento.

Os resultados da seleção dos trabalhos serão divulgados no dia 11 de novembro de 2019.


domingo, 6 de outubro de 2019

Em sua 9º edição, o Seminário da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde surge com a proposta de discutir a crise do sistema capitalista, suas particularidades na atual conjuntura do país, os desdobramentos das políticas neoliberais sobre a seguridade social e a necessidade da construção de um projeto de sociedade que atenda aos interesses da classe trabalhadora.
Confira o site do Seminário.


sábado, 5 de outubro de 2019

Fórum de Saúde do Rio e Frente Nacional Contra a Privatização da Sáude participam do Ato do Dia 03/10 "Em Defesa da Educação e da Petrobrás"


Ações em defesa do SUS em Altamira/PA

Após regresso do 8° Congresso da ABRASCO, demos inicio de nossas atividades do controle social, quando participamos da cerimônia de posse do Conselho Municipal de Saúde de Altamira/PA (02/10/2019), momento em que iniciamos a divulgação dos trabalhos da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde.



sexta-feira, 4 de outubro de 2019

CRISE DA SAÚDE NO RIO DE JANEIRO!!

Confira a mobilização feita pelos usuários em uma das Clínicas em São Cristóvão, no Rio de Janeiro.

#CRISE DA SAÚDE NO RIO!!


Em 2019, se observa a acentuação nos problemas da saúde na cidade do Rio de Janeiro. Por que isso ocorre?

Há questões gerais que explicam o quadro: aumento da pobreza e do desemprego, economia em recessão: mais violência, mais pessoas em situação de rua, fome ressurgindo, mais pessoas sem acesso a planos de saúde.
Porém, além das questões gerais, verifica-se que as políticas públicas vem acentuando a crise.

1. Houve o congelamento dos gastos sociais, devido à Emenda Constitucional 95. Isso determina que a União, Estados e Municípios tenham limites para gastar em áreas como a saúde.
2. O município do Rio de Janeiro passou a gastar menos em saúde. A Prefeitura, que gastava em média 25% das receitas próprias em saúde, até 2017, baixou esses gastos para 21% em 2018, e ainda promove mais cortes em 2019.
3. Além de gastar menos, a Prefeitura decidiu deixar em segundo plano as ações básicas de saúde. As clínicas da família, que são a porta de entrada do sistema de saúde, presentes em toda a cidade, tiveram a perda de mais de 2.500 profissionais de saúde, e a forma de atendimento passou a privilegiar o pronto atendimento. Com isso, o tratamento de problemas graves e as ações de promoção e prevenção da saúde ficaram sem o devido apoio. Está mais difícil ser atendido, e mais difícil que os problemas mais sérios tenham o acompanhamento necessário.
4. Na saúde mental, a Prefeitura não estruturou a Rede de Atenção Psicossocial. Os CAPS, Residências Terapêuticas e Unidades de Acolhimento funcionam, na maioria, em instalações precárias, com profissionais sem vínculos empregatícios sólidos e as faltas de medicamentos, alimentação e manutenção predial são constantes.
5. Na assistência farmacêutica, houve redução da oferta de medicamentos, tendo havido, inclusive, uma grave crise de abastecimento em 2017. Há redução do número de farmácias em funcionamento e limitação dos horários de abertura para a população.
6. Os trabalhadores passaram, desde 2017, a conviver com atrasos frequentes, ameaças de demissão, assédio contra posturas críticas e outras irregularidades. Trabalhar virou um ato de luta, e não um processo natural. Com isso, muitos profissionais, além de demitidos, foram afastados e não foram substituídos.
7. Os servidores municipais, por sua vez, também convivem com baixas remunerações e com a falta de chamada de concursados, ocasionando sobrecarga e trabalho precarizado.

Este é o cenário encontrado em setembro de 2019, no Rio de Janeiro. Cabe a todos lutar para que possamos retomar, nas políticas de saúde, ações que busquem a melhor qualidade de vida para o carioca e um trabalho digno e valorizado para os profissionais de saúde.
Para culminar, é justo nas áreas mais vulneráveis da cidade - favelas e Zona Oeste- que a reestruturação da rede municipal atinge diretamente os profissionais de saúde.

Uma vez que os serviços são terceirizados, para organizações sociais, a Prefeitura nega relações trabalhistas diretas, promovendo reduções de equipe, reduções de salários e benefícios.
É o que ocorre nas regiões de Bangu, Realengo, Campo Grande, e, agora, na região do Centro, São Cristóvão, Estácio e adjacências.
Trabalhar em locais sem estrutura, sem segurança, com salários atrasados, sem direitos respeitados.

Um modelo de atenção básica - as clínicas da família- erigido com profissionais precarizados é um modelo que pode ser descartado. É o que ocorre, agora, no Rio de Janeiro.
Há dois dias ocorreu a demissão dos profissionais da Área Programática do Centro pois houve a troca de OS para gerir as unidades.
A OS anterior demitiu os trabalhadores e a OS que ganhou a concorrência não vai contratar todos pois o contrato tem um valor menor e poderá contatar por PJ.
Abaixo, registros da manifestação realizada no final de Setembro no Leblon, que foi até o Hospital Miguel Couto para denunciar a situação.

A Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde e o Fórum de Saúde do Rio de Janeiro têm participado ativamente destas manifestações.
(Nota: colaboração Colaboração de Carlos Vasconcelos do Nenhum Serviço de Saúde a Menos e do Fórum de Saúde do Rio de Janeiro/RJ.)






Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde presente no IV Congresso da CSP CONLUTAS!


CAOS NA SAÚDE PÚBLICA DO RIO DE JANEIRO! LUTAR NÃO É CRIME!


No dia 02/10 teve um Ato no Hospital Federal de Bonsucesso (RJ) face a transferência autoritária de trabalhadores que denunciaram irregularidades no serviço. Já houve a remoção de dois servidores e há indícios de que novas remoções serão encaminhadas.
Em janeiro deste ano, dois servidores públicos, a funcionária eleita representante dos administrativos do Hospital Tatiana Alves e o médico Júlio Noronha presidente do Corpo Clinico eleito representante dos funcionários assistenciais, denunciaram a ex diretora Luana Camargo por diversas irregularidades e a realização de uma festa enquanto pacientes sofriam na superlotação da Emergência e cirurgias eram canceladas por falta de insumos.

Em julho, esses mesmos profissionais denunciaram o diretor de programa do Ministério da Saúde, Marcelo Lamberti, por atrapalhar a gestão do então diretor Dr Roberto Cotrim, que ficou na gestão 5 meses e não conseguiu nomear um assessor pra cargo de apoio à gestão. Em contrapartida o diretor de Programa do Ministério da Saúde Lamberti solicitou a nomeação para coordenação de Administração do HFB de Manoel Eduardo Maoili Rodrigues, ex secretario de saúde de Friburgo, que foi exonerado por problemas na saúde no município. Essa indicação não passou pelo crivo do diretor geral e ele negou a nomeação.

Posteriormente, Lamberti indicou ao mesmo cargo Guilherme Amorim, que também foi negada a nomeação pelo então diretor. Além disso, o então diretor Dr Cotrim pediu ajuda para contratação de médico para a Emergência, que esta fechada desde junho por falta de médicos, mas Lamberti respondeu que não haveria contratação alegando falta de verba.

Toda essa crise culminou na exoneração do então diretor do HFB indicado pelos profissionais do Hospital. Posteriormente, os servidores encaminharam documento ao Ministro da Saúde denunciando abuso de autoridade da atual diretora do HFB Cristiane Jourdan e do diretor de Programa do Ministério Marcelo Lamberti. Como resultado, ambos foram removidos do Hospital e alegam estar ocorrendo perseguição política por estarem denunciando e lutando por uma saúde digna pra população e transparência na gestão.

Militantes da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde e do Fórum do Rio de Janeiro estão juntos nesta luta!