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segunda-feira, 20 de abril de 2020

Live Unidade Classista sobre Saúde na Bahia - Pandemia, condições de trabalho e SUS

No dia 15/04, às 18h, ocorreu um debate sobre Saúde na Bahia-Pandemia, condições de trabalho e SUS, com participação de Elisangela Santos, assistente social e militante da Frente Baiana Contra a Privatização do SUS e Rômulo Caires, médico e militante da Unidade Classista.

Você ainda pode assistir, clicando aqui.

sábado, 18 de abril de 2020

Tratamento adequado e de qualidade para todos/as! Condições de trabalho aos/às trabalhadores/as da saúde!

Diante do cenário de amplo e crescentes registros de transmissão da COVID-19, torna-se imprescindível que se garantam Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) em quantidade e qualidade para os/as trabalhadores/as de saúde, garantindo também o acompanhamento médico, psicológico e social desses/as profissionais, além da garantia de direitos, condições de trabalho e salários dignos. Como parte das ações de enfrentamento à pandemia, destaca-se a necessidade de ampliação não precarizada do quadro de trabalhadores/as que se encontram na linha de frente, especialmente daqueles/as atuantes no Sistema Único de Saúde e nas políticas de seguridade social, o que requer contratações emergenciais e convocação imediata dos/as aprovados/as em concursos públicos em todo o país. Pela promoção do acesso gratuito à testagem rápida e outros materiais necessários à prevenção da transmissão da COVID-19, como a distribuição gratuita de produtos de higiene, em especial àqueles/as em situação de desproteção social; pela garantia do tratamento adequado a todos/todas os/as pacientes infectados pela COVID-19, incluindo medicação, em todos os níveis do sistema, com infraestrutura e condições compatíveis com a complexidade dos casos, JÁ! Nossa saúde não é mercadoria!

#vidaacimadolucro
#vivaostrabalhadoresdosus
#defesadoSUSpublicoestatal


#revogaEC95


domingo, 3 de fevereiro de 2013

Criação de Carreira de Médico de Estado. Será?



QUINTA-FEIRA, 31 DE JANEIRO DE 2013


Fonte: falamedico.wordpress.com



Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 03/02/2013

Por João Bosco

Acompanho com bastante interesse, porém cético, em relação à concretização a médio - e até mesmo a longo prazo - a iniciativa por parte de alguns deputados e senadores no sentido de estabelecerem o chamado médico de carreira. Iniciativa que se dá por intermédio de projeto de lei votado e aprovado nas duas casas, para o que vem a ser aquele profissional médico concursado e estável, lotado numa instituição de saúde em caráter exclusivo e permanente, com o salário inicial na proporção de um magistrado de primeira instância da Justiça comum (algo em torno de dezesseis mil reais) por oito horas diárias de trabalho e, obviamente, com as devidas adequações quanto aos plantões e finais de semana.

Os mais entusiastas pretendem estender essa modalidade a todos os profissionais de saúde o que, na verdade, é um mérito. 

Imaginemos nós, em longo período de tempo o cidadão se deslocar à uma instituição de saúde e lá estarem presentes os mesmos médicos, as mesmas enfermeiras e auxiliares, enfim, o mesmo o corpo clínico de dois anos atrás. Essa relação duradoura faz com que médico conheça o paciente não pela patologia que ele porta, mas também pelo seu próprio nome. Isso criaria um compartilhamento e um certo comprometimento saudável entre o corpo clínico e o paciente, sobretudo no pré-natal.

No dia 03/02/2009 li no site da Câmara dos Deputados a seguinte manchete: "Médico poderá ter carreira de estado com salário de R$ 15 mil".

"Tramita na Câmara a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 454/09, dos deputados Eleuses Paiva (DEM-SP) e Ronaldo Caiado (DEM-GO), que cria a carreira de médico nos serviços públicos federal, estadual e municipal e estabelece a remuneração inicial da categoria em R$ 15.187,00, semelhante a de juízes e promotores [...] A PEC estabelece normas para a organização da carreira de médico de estado. A atividade só poderá ser exercida por ocupantes de cargos efetivos, contratados por concurso público.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Todo apoio à categoria dos trabalhadores estaduais da saúde de São Paulo que escolheram lutar!


“Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. 
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, 
e não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. 
E já não podemos dizer nada”.

Fragmento de um poema de Eduardo Alves da Costa chamado “No caminho com Maiakóvski”



A greve da saúde estadual já passou do décimo dia. Momento tenso e importante de uma categoria que é muita lutadora! Tão lutadora que na greve trabalha muito mais: faz mobilização, fica fora do serviço com a escala mínima, faz assembléias, atos, uma grande manifestação na Avenida Paulista, panfletagens. Mas atende sim pacientes e não faz isso por medo, mas por ter clareza de não querer prejudicar a população.