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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Divulgando: 24/04/2014, Goiânia/GO - Ciclo de Debates do CEBES


Companheir@s defensor@s do SUS! 

O Cebes Goiás inicia um ciclo de debates cujo enfoque será a conjuntura da Saúde em Goiás. O primeiro tema a ser debatido: A gestão do SUS em Goiás e as terceirizações

Por isso, convidamos @s interessad@s no tema a participarem da atividade. Em tempos de ofensiva (neo)liberal, em que o capital não respeita nem mesmo as condições de saúde das pessoas e mercantiliza tudo o que encontra pela frente, é de fundamental importância desvelarmos o que existe por trás das "fórmulas mágicas de gestão" e entendermos o porquê do recrudescimento da campanha ideológica de desqualificação dos serviços públicos. 

(Clique na imagem para ampliar)





















*Enviado pelo Comitê contra a Privatização de Goiás

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

"Alerta: o SUS precisa de mais recursos públicos. Os planos de saúde, não!" - Manifesto da Abrasco e Cebes

Publicado em: 02/10/2013 09:12:00


Alerta: o SUS precisa de mais recursos públicos. Os planos de saúde, não!

Pela revogação da intermediação de recursos do BNDES para as Unimeds

A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), por ocasião do 2º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde, vem a público repudiar a utilização do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como intermediário da concessão de créditos às cooperativas médicas Unimeds, conforme anúncio do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior, Fernando Pimentel, durante a Convenção Nacional da Unimed, dia 20 de setembro, em Belo Horizonte/MG.

Modalidade de planos de saúde que mais cresce no mercado de assistência médica suplementar, o Sistema Unimed conta com 323 operadoras que, juntas, faturaram R$ 33,9 bilhões em 2012. Organizações pródigas em gastos com publicidade, o que inclui patrocínio a times de futebol, as Unimeds são, entre os planos de saúde, as empresas que mais contribuem com financiamento de campanhas eleitorais.

A destinação de créditos do BNDES tem, dentre outros propósitos, o de ampliar a rede de hospitais próprios da Unimeds, estabelecer convênios com o SUS e obter as mesmas vantagens das instituições filantrópicas. 

domingo, 8 de setembro de 2013

Lígia Bahia: as ruas disseram não à privatização

Publicado em: 01/09/2013
Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 08/09/2013

A professora do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de JaneiroLígia Bahia, defende em entrevista ao Cebes que as manifestações de junho significaram uma vitória para os movimentos e entidades que defendem um SUS integral e gratuito. Ela explica que o clamor por "Saúde Pública padrão Fifa" acalmaram o ímpeto de setores do governo que viam no mercado a melhor alternativa para oferecer Saúde aos cidadãos. Lígia lembra que quem foi para a rua sabia que o plano privado não garante direitos. 

Cebes - Nos últimos sete anos tem crescido o número de empregos formais, que impulsionam os serviços privados de saúde com planos empresariais. Simultaneamente, o discurso oficial é que essa nova classe de trabalhadores compõe uma "nova classe média". Como essa classificação trabalha para legitimar diversas ações e propostas do governo para a Saúde Pública brasileira? 

Lígia - Por meio de uma associação espúria. Deduziu-se do fenômeno de mudança na base da nossa pirâmide ocupacional a existência de uma nova classe média, e daí a justificativa para a intensificação da privatização da Saúde. Inventaram um álibi para a privatização: o de que a nova classe média não gosta do SUS e já que é assim é importante ampliar os subsídios públicos para os planos privados de saúde. Ou seja, projetaram por cima de um fenômeno real, que é o aumento da formalização dos postos de trabalho e da valorização do salário mínimo, uma baita ideologia privatizante. Não existe fundamentação teórica, nem antecedentes históricos e nem mesmo bom senso mercadológico que justifique a privatização da saúde. 

Cebes - As manifestações de junho recolocaram a Saúde na agenda pública e fortaleceram núcleos de debates na academia, movimentos sociais e entidades históricas da Reforma Sanitária, por direitos e cidadania. As ruas pediam uma "Saúde padrão FIFA" e não apontavam o mercado como a saída. Os manifestantes cobravam os governos. Qual o significado desse desejo para o setor de Saúde? 

Lígia - Significou um divisor de águas. Certamente existia uma agenda antes das manifestações que era nitidamente privatizante, que deixou de ser o carro chefe da política de Saúde governamental. Estamos vivendo nesse momento uma brutal crise. O governo insiste em tentar matar “o inimigo” encarnado nas entidades médicas com uma bala de prata e não apresenta uma proposta para a implementação do SUS. O programa "Mais Médicos" enfoca o problema dos vazios sanitários e periferias de grandes cidades. Mas as manifestações ocorreram nas grandes cidades, onde as pessoas são atropeladas por ônibus caros e ruins e não conseguem ou são mal atendidas tanto nos serviços públicos quanto nos privados. Portanto, as manifestações expressaram claramente as demandas por um sistema de Saúde público bonito, abrangente e de qualidade. Palavras de ordem como "Se estiver doente vá para um estádio" ou "Da copa eu abro mão, mas não do direito à Saúde e Educação" denotam o desacordo com as prioridades dos governos em relação à política pública.

domingo, 21 de abril de 2013

Divulgando! Ato Público "Os planos de saúde vão acabar com o SUS?"

Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 21/04/2013

Data: 26/04/2013
Horário: 09h00 às 12h00

Local: Auditório João Yunes da Faculdade de Saúde Pública (Avenida Doutor Arnaldo, 715, Consolação, São Paulo)

Realização: Instituto Brasileiro de Defesa da Consumidor - IDEC 
Apoio: Associação Brasileira de Saúde Coletiva - ABRASCO, Centro Brasileiro de Estudos da Saúde - CEBES, Associação Paulista de Saúde Pública - APSP, Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo - CREMESP, Faculdade de Saúde Pública da USP

Confirme a presença de sua instituição através do email:

institucional@idec.org.br


Para se inscrever clique aqui


O Ato será trasmitido ao vivo pelo canal da USP 


Escolha no lado esquerdo da página o nome do evento para assistir.

Programação

09h às 09h30 - Abertura
Marilena Lazzarini, Presidente do Conselho Diretor do Idec
Professora Dra. Helena Ribeiro, Diretora da Faculdade de Saúde Pública/USP 

09h30 às 10h30 - Mesa de Aquecimento da Plenária 
Coordenação: Mário Scheffer - Departamento de Medicina Preventiva/FMUSP e membro do Conselho Diretor do Idec