Mostrando postagens com marcador OMS - Organização Mundial de Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador OMS - Organização Mundial de Saúde. Mostrar todas as postagens

domingo, 19 de maio de 2013

Apesar dos avanços, dados atuais demonstram que governo brasileiro ainda gasta com Saúde menos que a média mundial

16/05/2013
Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 19/05/2013


Genebra - O governo brasileiro gasta menos que a média mundial com a saúde de seus cidadãos. Dados divulgados nesta quarta-feira em Genebra, 15 de maio, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que o país de fato avançou na última década em relação aos investimentos na área. O resultado, porém, ainda o coloca em uma posição inferior à média global. Hoje, mais da metade das necessidades de saúde de um brasileiro é paga pelo próprio cidadão, não pelos serviços públicos.

Fonte:rabiscosdoantenor.blogspot.com
As informações foram divulgadas na semana que antecede a Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra. Na ocasião, será feita uma avaliação do setor no mundo. Está prevista a participação de ministros da Saúde de vários países, entre eles o brasileiro Alexandre Padilha.

Segundo os dados, os gastos públicos mundiais com a saúde de cada cidadão chegou a US$ 571 por ano em 2010, a última cifra disponível em escala mundial. No Brasil, esse gasto per capta somou US$ 466/ano.

A OMS destaca que, em uma década, o orçamento do setor no Brasil cresceu quatro vezes. Em 2000, o governo destinava US$ 107 à saúde de cada cidadão. Mas esse aumento não foi suficiente para acabar com a profunda distância do Brasil em relação aos países ricos.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Divulgando: Não perca! Grande Ato do Dia Mundial da Saúde do Fórum de Saúde RJ - 09/04/2013


Publicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 27/03/2013


Situando

No dia 07 de abril comemora-se o Dia Mundial da Saúde. A data foi instituída em 1948 pela OMS (Organização Mundial de Saúde), que é uma divisão da ONU (Organização das Nações Unidas).

No Brasil, faz muitos anos que a data foi adotada e virou símbolo da luta por melhorias do sistema de Saúde, mesmo antes da criação do Sistema Único de Saúde - SUS. É um dia de manifestações, passeatas, reuniões, seminários, debates, etc., que acontecem do norte ao sul do país, em torno da luta e de temas por um sistema de Saúde de qualidade e que atenda aos interesses da população.

Nesse ano de 2013, a data cairá num dia de domingo. Haverá locais do país nos quais serão realizadas atividades no domingo mesmo. Porém, muitas organizações optaram por planejar atividades para algum dia útil da semana, pois as ruas e outros espaços públicos são mais cheios, proporcionando melhor mobilização e divulgação das lutas.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

OMS afirma que a internação compulsória não é o modo adequado de lidar com a dependência do crack


06/02/2013 às 10h00

Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 06/02/2013


OMS critica internação compulsória de viciados em crack

A internação compulsória de dependentes de crack não é a maneira mais eficiente de se lidar com o problema do vício, segundo especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Fonte: global.org.br
O tema voltou a debate no Brasil no mês de janeiro, quando o governo de São Paulo fez uma parceria com a Justiça para agilizar a internação forçada de casos extremos de dependentes da droga.

Para o médico italiano Gilberto Gerra, chefe do departamento de prevenção às drogas e saúde do Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC, na sigla em inglês), é necessário oferecer aos viciados "serviços atrativos e uma assistência social sólida".

"Uma boa cura de desintoxicação envolve tratamento de saúde, inclusive psiquiátrico, para diagnosticar as causas do vício, pessoas especializadas e sorridentes para lidar com os dependentes e incentivos como alimentação, moradia e ajuda para arrumar um emprego", diz Gerra.

"O Brasil precisa investir recursos para oferecer serviços que funcionem e ofereçam acompanhamento médico completo, proteção social, comida e trabalho para os dependentes", afirma.

De acordo com ele, o Brasil tem bons profissionais no campo do tratamento das drogas, mas faltam especialistas e a rede médica nessa área é insuficiente.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Crise econômica atinge OMS, que tem rombo de mais de US$ 500 milhões


20 de janeiro de 2013 | 21h 06

Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 23/01/2013



Organização já promoveu cortes de 20% nos programas de combate a doenças crônicas e de 10% nos de tuberculose e malária

Por Jamil Chade - O Estado de S. Paulo


GENEBRA - Maior agência de saúde do mundo, a OMS é vítima da crise internacional e se vê obrigada a instaurar um amplo pacote de austeridade, que inclui o fim de programas para o combate de certas doenças, a demissão de quase mil funcionários, a inutilização de 2,5 mil impressoras e até o corte de voos em classe executiva.

Ao final de 2012, o buraco nas contas da entidade bateu um recorde, com a falta de US$ 547 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) para financiar seu orçamento de US$ 3,4 bilhões. Desde 2011, houve um corte de 20% nos programas de combate a doenças crônicas e de 10% na liberação de recursos para programas nacionais de tuberculose e de malária. Pelo menos outros 25 programas sofreram uma redução de 13%, incluindo combate ao tabaco, doenças vasculares e saúde mental.

Nos últimos 20 anos, a OMS se posicionou como ator central na definição de políticas de saúde no mundo. Já os governos passaram a desenvolver o que ficou conhecido como "diplomacia da saúde", ao usar questões sociais e doenças para defender seus interesses. O resultado foi a ampliação sem precedentes das funções da OMS, inclusive com a construção de novos edifícios para abrigar funcionários.