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terça-feira, 26 de março de 2013

Na Espanha, a "Maré Branca" em defesa da Saúde não para - Isso que é luta!


17/03/2013

Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 26/03/2013


Madri: "Maré Branca" contra a privatização da saúde

Fonte: dosdemayo.tomalosbarrios.net
Protesto realizado neste domingo na capital de Espanha foi realizado por trabalhadores de hospitais públicos, que não concordam com o projeto do governo local, do partido conservador PP, de privatizar os serviços de Saúde na cidade. Ao grupo, juntaram-se trabalhadores do setor da educação e indignados do 15M.

Por Esquerda.net

Milhares de pessoas manifestaram-se neste domingo (17 de março de 2013) no centro de Madri, convocadas pela "Mesa en Defensa de la Sanidad Pública", para protestar contra o anúncio do conselheiro de saúde do governo da comunidade madrilenha, Javier Fernández-Lasquetty, do PP, de que dentro de duas semanas comunicará as condições de privatização de serviços em alguns hospitais da cidade.

Ao meio-dia, duas colunas de trabalhadores dos hospitais públicos de Madri confluíram na Praça Cibeles e marcharam conjuntamente para a Puerta del Sol. Segundo o "Público", da Espanha, os manifestantes contestaram o Conselheiro de Saúde da comunidade madrilena, dizendo que vão perguntar a Lasquetty "quanto vai ganhar por vender a nossa saúde".

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Na Espanha: mais protestos contra a privatização da saúde marcaram o país hoje - 17/02/2013


17/02/2013 14h45 - Atualizado em 17/02/2013 15h02

Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 17/02/2013

Médicos e enfermeiras espanhois protestam
em Madri (Foto: Josep Lago/AFP)

Espanha tem novos protestos para defender saúde pública

Novas 'marés brancas' de protesto marcaram este domingo (17/02) no país. Governo regional de Madri quer privatizar seis grandes hospitais.

Da AFP

Milhares de médicos e enfermeiras usando roupas brancas tomaram neste domingo (17 de fevereiro de 2013) as ruas de Madri e de outras 15 cidades da Espanha, em novas "marés brancas" de protesto contra as privatizações e os cortes orçamentários que, segundo eles, colocam em risco a saúde pública do país.

Carregando cartazes nos quais era possível ler "roubam sua saúde" ou "é criminoso cortar na saúde", os manifestantes convergiram a partir dos hospitais da capital até a praça Cibeles, no centro de Madri.

"Não há nenhum estudo que demonstre que privatizar a gestão dos hospitais reduz os custos. Esta privatização é feita em detrimento da saúde dos pacientes para beneficiar outros interesses", afirmou Emilia Becares, uma enfermeira de 46 anos, acompanhada de seus três filhos de sete, oito e nove anos.

O governo regional de Madri, dirigido pela direita, prevê privatizar parcialmente seis dos 20 grandes hospitais da região, assim como 27 centros de saúde, sobre um total de 270.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Médicos de Grécia, Espanha, Irlanda e Portugal denunciam efeitos da austeridade na saúde


ARTIGO | 16 JANEIRO, 2013 - 16:33

Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 17/01/2013


Numa Carta Aberta “Aos dirigentes políticos e às autoridades de saúde da Europa” os presidentes das associações médicas e outras personalidades dos quatro países apelam a uma rápida revisão das políticas de austeridade para “urgentemente evitar mais deterioração da saúde e dos serviços de saúde”. O bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, frisou na apresentação da carta que se trata de um movimento “internacional inédito”.

Marcha Blanca em defesa da saúde pública, Madrid,
7 de janeiro de 2013 – Foto de Imagen en Accion/Flickr

A Carta Aberta (a que pode acessar na íntegra em pdf) foi apresentada nesta terça-feira (15/01/2013) em Lisboa pelo bastonário da Ordem dos Médicos (OM), José Manuel Silva, e é subscrita pelos presidentes das associações médicas de Grécia, Espanha, Irlanda e Portugal, E mais 7/8 DAS “personalidades relevantes das comunidades acadêmicas e médicas” dos quatro países.

No documento, os médicos lembram que “os princípios políticos europeus formalmente adotados exigem que todas as políticas públicas tenham em conta o seu impacto na saúde”, declarando que “isto não está a acontecer na Espanha, Grécia, Irlanda e Portugal”.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Espanha manifesta-se novamente contra cortes no orçamento da Saúde e privatizações


09 de dezembro de 2012 | 17h01

Fonte: http://www.cumbytel.com

Trabalhadores da saúde protestam contra cortes e reformas na Espanha
Reuters

Milhares de trabalhadores da área da saúde, em greve desde o mês passado, fizeram uma manifestação em Madri para protestar contra cortes no orçamento e planos do governo regional da capital espanhola de privatizar a administração de hospitais públicos e centros médicos.

Essa foi a terceira vez que médicos, enfermeiras e profissionais da área de saúde fizeram uma manifestação, desde que as autoridades locais apresentaram um plano em outubro para colocar seis hospitais e dezenas de clínicas médicas sob gestão privada. O plano também faz com que os pacientes precisem pagar uma taxa de um euro por receita médica.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Espanha: protesto de repúdio a cortes do orçamento da saúde e contra a privatização de hospitais


28/11 00:56 CET
Copyright © 2012 euronews

Setor da saúde pública madrilenha em revolta

Milhares de profissionais da saúde e pacientes participaram em Madrid (Espanha) do protesto contra os cortes na saúde e contra a decisão do governo regional de privatizar a gestão de alguns hospitais da  comunidade.

Percebam na foto o quanto o protesto foi massificado! (Fonte: Facebook)
Com a presença de diferentes sindicatos da saúde, os manifestantes defendem que é preciso evitar que o  setor privado meta a mão na parte lucrativa do sistema.

“A coisa mais triste é que estão a transformar o sistema num mercado. A saúde, como a educação não deve ser um mercado. Estão a criar centros de saúde, como criam lojas”.

“Não podem privatizar uma coisa que pertence a todos e que está pago pelos nossos impostos”.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Divulgando: Conferência "A crise econômica européia e a saúde na Espanha"


Arte: Adilson Manoel Godoy


Conferência “A crise econômica européia e as repercussões nos sistemas de saúde: O caso da Espanha"

Desde as últimas décadas do século XX vêm-se presenciando reformas dos sistemas sociais, entre eles, os sistemas públicos de saúde. Todavia, a atual crise econômica tem aprofundado essas transformações, restringindo o alcance de direitos sociais. Entendendo que o conhecimento e compreensão dessas manifestações são importantes para os estudiosos e profissionais da saúde, a Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP promove a conferência “A CRISE ECONÔMICA EUROPÉIA E AS REPERCUSSÕES NOS SISTEMAS DE SAÚDE: O CASO DA ESPANHA”, com o Professor Luis Andres Lopez Fernandez, da Escuela Andaluza de Salud Publica/Espanha.
CONFERÊNCIA

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Espanha: movimento prepara protesto contra corte de atendimento médico gratuito a imigrantes ilegais


29/08/2012 - 11h54

Internacional

Por Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil


Brasília – Líderes de movimentos sociais, organizações não-governamentais e entidades civis preparam para o próximo sábado (1º de Setembro) um protesto em Madri, capital da Espanha, em defesa do direito dos imigrantes ilegais receberem atendimento gratuito de saúde. A manifestação é um protesto contra a decisão das autoridades espanholas, que suspenderam a autorização ao acesso à saúde pública para os estrangeiros que não estão em dia com seus documentos no país.

A estimativa é que na Espanha vivam mais de 153 mil imigrantes ilegais, principalmente de países sul-americanos e africanos. Os cálculos do governo é que o fim do atendimento público gratuito de saúde aos imigrantes ilegais resultará na economia de 500 milhões de euros. O decreto passa a valer a partir do dia 1º.

Pelo decreto, os imigrantes ilegais passam a ter direito apenas aos serviços de urgência de atendimento e maternidade, além dos cuidados médicos para os menores de 18 anos. Vários profissionais de saúde se posicionaram contra a medida. As administrações das regiões do País Basco, Andaluzia, Astúrias e Catalunha informaram que não aplicarão a medida, assim como cidades de Navarra.

A manifestação deve ocorrer em frente ao Hospital Gregorio Marañón, em Madri, um dos maiores da rede pública. As autoridades espanholas alegam que a decisão é levada pelas necessidades econômicas, pois o governo da Espanha tenta colocar em prática um plano de contenção orçamentária, a fim de garantir o pagamento de uma dívida de 16 bilhões de euros.

Em comunicado conjunto, os organizadores do protesto dizem que a decisão é “um ataque frontal ao direito à saúde e à cidadania". Segundo as entidades civis, a medida contraria a responsabilidade pública e a ética do Estado.

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

Edição: Carolina Pimentel

*Retirado da Agência Brasil