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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Relatório do VII Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde


O VII SEMINÁRIO DA FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE: SAÚDE EM TEMPOS DE RETROCESSO E RETIRADA DE DIREITOS foi realizado nos dias 27, 28 e 29 de outubro de 2017, na Universidade Federal de Alagoas (UFAL). O evento buscou discutir e avaliar os ataques feitos ao Sistema Único de Saúde (SUS) nos últimos tempos, principalmente com o atual governo e as medidas de contenção de gastos na saúde. 

Participantes da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde (FNCPS) e dos Fóruns Estaduais e Municipais reafirmam a importância de se resgatar o projeto original da Reforma Sanitária Brasileira e lutar por um SUS público, 100% estatal, universal e de qualidade. O Seminário buscou fortalecer os movimentos sociais e a luta pela saúde de maneira a construir uma frente de ação que não têm uma ilusão na via institucional e que lute contra os processos de privatização, além de defender melhorias das precárias condições salariais e de trabalho em que se encontram os diversos profissionais de saúde.

Clique no link abaixo para conferir o relatório final do evento em PDF:


Basta clicar e acessar. Abrindo o link, também está disponível para download no ícone da seta apontada para baixo, no canto superior direito da tela.





quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Veja a cobertura da EPSJV sobre o VI Seminário

28/11/2016

Trabalhadores e movimentos em defesa do SUS apontam greve geral como estratégia para barrar retrocessos

Durante o VI Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde, representações dos estados e de diversas entidades reforçam a necessidade de unidade para barrar a PEC 55 e as iniciativas de desmonte dos direitos assegurados pela Constituição

Por Raquel Júnia - EPSJV/Fiocruz 

A urgência de articulação e unidade de ação entre os diversos movimentos sociais, trabalhadores e entidades não apenas em defesa do SUS, mas para barrar outros diversos retrocessos nas conquistas trazidas pela Constituição de 1988, pode ser uma síntese do VI Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde

Abertura do VI Seminário Nacional da Frente contra a Privatização da Saúde

Reunidos em Goiânia, capital de Goiás, um dos estados que mais avançaram no desmonte do SUS constitucional, com a entrega de quase a totalidade dos serviços de Saúde para as Organizações Sociais - OSs (saiba mais clicando aqui), representantes de 15 estados discutiram formas de ampliar a mobilização. A luta para barrar a PEC do teto dos gastos públicos (PEC 55) no Senado, foi encarada como prioridade. “Nós estamos construindo uma caravana à Brasília no dia 29, data da votação em primeiro turno da PEC no Senado. Ainda que neste dia vá haver uma grande mobilização em Brasília, que vai expressar uma unidade grande e certamente gerar um grau de impacto, tudo indica que vai ser insuficiente”, afirmou Gibran Jordão, membro da coordenação geral da Fasubra e da secretaria executiva da central sindical CSP Conlutas. O sindicalista, que participou de uma das mesas do evento, apontou a necessidade de os trabalhadores radicalizarem a resistência: “Pelo grau de ataque que a classe trabalhadora vem recebendo e pelo grau de unidade com o qual os três poderes vêm agindo no que é estratégico para a burguesia, o ideal é que tivéssemos hoje uma unidade ampla que possibilitasse a construção de uma greve geral no pais”, acrescentou.

Foi apontada como elemento importante no acúmulo de forças a greve dos funcionários das universidades públicas federais, que já completou um mês e agora ganhou o reforço dos professores após a deflagração do movimento de paralisação pelo Andes-SN – sindicato que representa os docentes. Também participante do Seminário, o vice-presidente do Andes, Luis Acosta, falou sobre a necessidade de reverter o processo que ele chamou de “apassivamento da classe trabalhadora”, como resultado dos governos de pacto social capitaneados pelo Partido dos Trabalhadores.  “Isso passa por uma construção da unidade de luta. A greve da educação que estamos construindo não é um substituto da greve geral, não podemos ficar satisfeitos, é uma greve necessária, mas insuficiente. Devemos manter em nossa pauta a luta pela greve geral”, reforçou. Segundo Acosta, a CSP Conlutas aprovou em seu congresso nacional realizado neste ano a convocação de outras centrais e movimentos sociais para a construção em 2017 de um encontro nacional da classe trabalhadora.  “Em 2017, ao comemorarmos os 100 anos do início de uma experiência de poder popular, como foi o caso da revolução socialista na Rússia, com todas as suas luzes e sombras, e os 50 anos do assassinato de Che Guevara, temos que fazer um esforço para superar a fragmentação dos movimentos sindicais e avançar no encontro nacional da classe trabalhadora. Acreditamos que esse pode ser um instrumento para a construção de uma greve geral”, apontou Acosta.

A necessidade de unidade foi ressaltada também pela presidente do SindSaúde/SC, Edileuza Fortuna. “Nosso papel enquanto militantes é continuar mobilizando os trabalhadores. Nós, movimentos sociais e sindicais, estamos perdendo para os estudantes, e precisamos apoiá-los, tomar esse gás novo pra gente. O movimento sindical não pode cair na tática de chamar uma manifestação duas vezes por mês, temos que unificar de verdade, não podemos unificar só na reunião e depois sair da reunião chamando dois atos em dias diferentes. Assim seremos derrotados”, alertou. Edileuza também chamou atenção para a conjuntura de maior criminalização dos movimentos, o que reforça a necessidade de unidade. “Se sairmos chamando eleições gerais nesse momento seremos derrotados, e a direita reacionária é que pode assumir, como vimos nas eleições municipais. A lei antiterror vai ser usada contra estudantes, contra os pobres, contra os trabalhadores. A invasão da Escola Nacional Florestan Fernandes do MST foi um exemplo disso”.

Crise do capitalismo

Apesar de algumas particularidades, os participantes do Seminário apontaram que a situação do Brasil não é isolada, visto que a conjuntura é de crise do capitalismo a nível mundial. “Nesse sentido, é evidente a situação de ataques aos trabalhadores, do surgimento de movimentos neofacistas, ataques a imigrantes em vários países. É uma situação difícil e perigosa, e no caso da América Latina também está acompanhada de um refluxo dos movimentos sociais. A situação venezuelana é a mais preocupante e dramática, mas também é o caso da Argentina e do Brasil”, analisou Luis Acosta.  O professor ressaltou também que o impeachment de Dilma Roussef, que rompeu com a política de pacto social colocada em prática durante os governos do PT, desencadeou ainda mais fortemente um ataque aos direitos dos trabalhadores, com um elemento novo: a militância do poder judiciário na defesa dos interesses burgueses. “Recentemente foi aprovado o ataque ao direito de greve dos servidores públicos e várias outras medidas estão em curso no poder judiciário. O estado está atuando como um bloco”, pontuou.

Para o secretário geral do PCB, Edmilson Costa, o mundo passa por uma das grandes crises sistêmicas do capitalismo, nas quais se tenta fazer com que os trabalhadores paguem os ônus do esgotamento das forças produtivas. “Há mais de dez anos o capitalismo vem sofrendo uma crise sistêmica e os gestores do capital não encontraram até agora nenhuma fórmula para estabilizar a economia e retomar o crescimento econômico. Portanto, a crise que estamos vivendo é muito diferente das crises cíclicas do capitalismo. As crises normais, cíclicas, de tanto ocorrerem, já passaram a ser administradas pelo capital”, analisou. Segundo Edmilson, essa é a terceira grande crise do capitalismo e as duas anteriores resultaram em mudanças profundas na gestão do sistema. Na primeira grande crise – de 1873 a 1896 – o resultado foi a passagem do capitalismo concorrencial para o capitalismo monopolista. Na segunda crise – de 1929 e 1945 – com a ocorrência da 2ª Guerra Mundial, ocorreu a divisão do mundo entre os sistemas capitalista e socialista. O sistema capitalista respondeu com a construção do estado de bem-estar social, agora em xeque. “Essa crise que estamos vivendo desde 2008 não tem tempo para acabar, ela só vai acabar quando todos os problemas forem resolvidos, e isso tem deixado profundamente desesperados e irritados os capitalistas. Exatamente pela impossibilidade de sair da crise pelas vias keynesianas, pelas vias da intervenção do Estado na economia, é que eles estão buscando a via da ofensiva contra direitos e garantias dos trabalhadores”, sintetizou.

Na avaliação do secretário geral do PCB, a crise no Brasil tem também elementos éticos, sociais e políticos, que se expressaram no processo de impeachment. “A crise aqui foi tão profunda que para a burguesia era necessário um ajuste brutal e rápido, mas o governo de coalizão tinha que fazer mudanças lentas por conta da sua base social, portanto, para a burguesia não interessava”, afirmou, refletindo ainda que as manifestações de 2013, nas quais centenas de milhares foram às ruas por fora da institucionalidade e dos espaços tradicionais de militância foram interpretados com clareza pela burguesia, que viu a necessidade de um governo "puro sangue" para implementar com mais agilidade os ajustes. Diante desse quadro, Edmilson alertou para a necessidade da reconstrução das organizações dos trabalhadores. “A crise vai forçar uma reorganização da esquerda, por isso temos que apoiar todas as frentes e movimentos, porque isso consolida um processo de unidade de quem quer efetivamente o caminho para as transformações. Nós não devemos ter medo da crise, ela é difícil, nos causa prejuízos, mas todas as grandes mudanças da história da humanidade não foram feitas na calmaria. As crises sempre foram as grandes parteiras da humanidade”.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Declaração Política do VI Seminário Nacional


Arte: Rafael Werkema

Nos dias 25 a 27 de novembro de 2016, estiveram reunidos em Goiânia, Goiás, representantes de movimentos populares, estudantis, sociais e sindicais, além de organizações políticas e intelectuais que integram a Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde (FNCPS), para discutir a situação em que se encontra o Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.

A FNCPS foi criada em 2010 e desde então vem organizando a luta contra os ataques ao SUS, denunciando a situação de subfinanciamento crônico (decorrente do modelo de desenvolvimento econômico que privilegia recursos para o Sistema da Dívida Pública em detrimento das políticas sociais), desfinanciamento (corte direto, medidas que alteram o montante de recursos, destinação dos mesmos ao setor privado) e privatização do setor Saúde no Brasil, que se expressa de diversas formas, inclusive através dos chamados “Novos Modelos de Gestão”, de cunho privatizante (Organizações Sociais - OSs, Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIPs, Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH, Fundação Estatal de Direito Privado, Serviços Sociais Autônomos, entre outros).

Em um momento de intensificação da ofensiva contra os direitos sociais e às liberdades democráticas, mais do que nunca é necessária a organização das trabalhadoras  e trabalhadores para a resistência. O governo ilegítimo de Michel Temer e seu ministro da Saúde, Ricardo Barros, vem frequentemente anunciando medidas que ferem de morte o SUS. Declarações de que "o SUS e o direito à saúde não cabem na Constituição” são indícios de maior abertura para a saúde privada. A Proposta de Emenda Constitucional 55/2016, que propõe o congelamento da destinação de recursos para a saúde por 20 anos sem levar em consideração o crescimento populacional, mudança de perfil epidemiológico e as necessidades de saúde daí decorrentes representam uma afronta direta ao direito à saúde garantido na constituição. Estas medidas precisam ser combatidas ou o futuro da classe trabalhadora brasileira estará comprometido.

As trabalhadoras e trabalhadores já vêm dando uma resposta à essa situação. Manifestações de rua, paralisações de trabalhadoras e trabalhadores do serviço público e de setores produtivos, ocupação de escolas e de prédios púbicos vêm acontecendo em todas as regiões do país. E a conjuntura aponta para a sua intensificação. A unidade entre as forças de esquerda e organizações socialistas é fundamental nesse momento. É preciso criar as condições para a realização de uma greve geral no país, assim como criar um espaço nacional para que a classe trabalhadora nas suas mais diversas expressões (sindical, social, estudantil e popular) possa dialogar e construir uma forma de atuação conjunta que aponte não só para a resistência aos ataques, mas também para a conquista de novos direitos. É papel da FNCPS contribuir para esse processo fortalecendo as lutas contra os ataques ao SUS público, 100% estatal, de qualidade e aos direitos sociais.

FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE
Goiânia/GO, 27 de Novembro de 2016

sábado, 26 de novembro de 2016

2º Dia do VI Seminário Nacional


*Se interessar, veja a postagem sobre o 1º Dia clicando aqui*


No dia 26 de Novembro de 2016, demos continuidade ao VI Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde. O Seminário continuou em meio ao clamor de um verdadeiro marco histórico para a esquerda mundial, em especial para a esquerda latino-americana: o falecimento de Fidel Castro, aos 90 anos de idade.

Pela manhã, foi realizada a 2ª Conferência do Seminário, O Desmonte do SUS e os Movimentos de Resistência.



















No período da tarde, uma das atividades foi a realização dos Grupos de Trabalho com temas pautando a organização da luta: Movimento Sindical e a Defesa do SUS; Movimentos Populares em Defesa da Saúde Pública; Movimento Estudantil; e Controle Social: Espaço de Resistência e Autonomia.



Mais um dia de sucesso, nosso VI Seminário alcançando as expectativas!

FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

1º Dia do VI Seminário Nacional


O Seminário da Frente

Mais um sonho que vemos sendo concretizado. A Frente Nacional contra a Privatização da Saúde existe há 7 anos, e hoje iniciamos a sexta edição do nosso Seminário Nacional. Isso mesmo. Em apenas um dos 7 anos da história da Frente, que não conseguimos recursos financeiros e forças humanas para realização do seminário. Em todos os outros anos realizamos o Seminário Nacional, a começar por aquele que fundou a organização em 2010.

Outro êxito que temos conseguido, é cumprir a proposta de rodar o país com o Seminário Nacional. Já contemplamos 4 das 5 regiões brasileiras, faltando apenas a Região Norte. Mas, no momento certo vai ser realizado lá, com certeza! 

A proposta de revezar a região brasileira para a realização do Seminário é utilizarmo-nos do evento como ferramenta para ampliar os laços da Frente nos locais, em especial, contribuir na criação ou fortificação dos fóruns estaduais de Saúde. E com muito contento, este ano o Seminário foi ao Centro-Oeste e pôde ser recebido e construído pelas companheiras e companheiros da Frente Goiana contra a Privatização da Saúde.

VI Seminário da Frente Nacional - 1º Dia

Pela manhã, quem já tinha conseguido chegar para o Seminário participou do Ato Público que ocorreu em Goiânia. Hoje, 25 de Novembro, foi mais um Dia Nacional de Paralisação que gira em torno da pauta da PEC 55 (anterior PEC 241), em posição contrária a sua aprovação no Congresso Nacional. A PEC 55 faz diminuir o investimento do Estado brasileiro nas políticas sociais (Educação, Saúde, Assistência Social, Previdência, etc.), fazendo a população, em especial a população mais pobre, pagar por uma dívida e um suposto déficit público que ela não causou. Atos públicos e outras mobilizações ocorreram ao longo de todo o país, e em Goiânia não foi diferente. 



À tarde ocorreram as oficinas. À noite ocorreu a Mesa de Abertura, seguida da Conferência Contexto atual e repercussão no Sistema Único de Saúde.



FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Transmissão online do VI Seminário!



Passamos para relembrar que parte do VI Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde terá transmissão online!

A parte do Seminário que transmitiremos online são as duas Conferências (mesas redondas e debate), conforme abaixo:

-> 25/11, sexta-feira, de 17h30 as 22h00. Abertura do VI Seminário e Conferência Contexto atual e Repercussão no Sistema Único de Saúde. PalestrantesLuis Eduardo Acosta Acosta - Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN); Gilmar Geraldo Mauro - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); Vitor Guimarães - Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST); Edileuza Garcia Fortuna – SindSaúde/SC; Edmilson Costa - Partido Comunista Brasileiro (PCB).

-> 26/11, sábado, de 08h30 as 12h00. Conferência O Desmonte do SUS e os Movimentos de Resistência. PalestrantesMaria Inês Sousa Bravo - Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde; Flaviana Alves Barbosa - Sindsaúde/GO.

Para assistir online, basta se inscrever no formulário, assinalando a opção Assistir pela Internet. Acesse o formulário CLICANDO AQUI.

A transmissão ocorrerá através do nosso Canal do Youtube:
https://www.youtube.com/ContraPrivatizacaoBrasil


ESPERAMOS A SUA PARTICIPAÇÃO!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Frente PE realiza Etapa Estadual ao VI Seminário Nacional




O evento não é restrito a quem vai ao VI Seminário Nacional, que acontecerá em Goiânia, Goiás. Se você se interessa e quer somar ao debate, a Frente Pernambucana ficará muito contente em recebê-la e recebê-lo. 

Confira o convite da Frente:
Lutadores e Lutadoras, temos mais uma atividade se aproximando: a Etapa Estadual do Seminário da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde. O Seminário Nacional ocorrerá nos dias 25, 26 e 27 de novembro em Goiânia. Para nos preparar, convidamos todas e todos a participarem da nossa etapa estadual que acontecerá dia 19/11 (sábado) na Ocupa CB - UFPE. A nossa luta é todo dia, SAÚDE NÃO É MERCADORIA! Contamos com a participação de vocês!
Formulário de Inscrição: CLIQUE AQUI

O que? Etapa Estadual de Pernambuco ao VI Seminário da FNCPS

Quando? 19 de Novembro de 2016, sábado, as 10h00

Onde? Ocupação CB-UFPE

Centro de Biociências da Cidade Universitária da Universidade Federal de Pernambuco. Avenida Professor Moraes Rego, 1235, Recife, Pernambuco. Clique aqui para ver mapa

Realização: Frente Pernambucana contra a Privatização da Saúde

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

VI Seminário da FNCPS: Lista de Hotéis



Fizemos uma lista de hotéis próximos ao local de realização do VI Seminário. 

E melhor: negociamos com os respectivos hotéis, preços com desconto para os participantes do Seminário. 

Os detalhes e instruções se encontram no documento. Clique aqui para acessar.

Informações completas sobre o VI Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde: CLIQUE AQUI.


terça-feira, 8 de novembro de 2016

AVISO: Mudança de data do evento do Fórum SC


O evento do Fórum Catarinense em Defesa do SUS que divulgamos anteriormente foi transferido para 16 de Novembro de 2016.


O adiamento se deve a realização de uma assembleia geral da UFSC que foi marcada para o dia 09, que reunirá as categorias que compõem a Universidade (estudantes, servidores técnicos e professores).

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Fórum SC realiza Debate Preparatório para o VI Seminário



O Fórum Catarinense em Defesa do SUS realiza um encontro de debate como preparação ao VI Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde.

Confira o convite do Fórum:
Em Santa Catarina também estamos nos preparando. Entendemos que a luta da Frente Nacional está articulada com os Fóruns estaduais e locais. Para tanto, é muito importante que tenhamos clareza de nossa conjuntura estadual, do atual diagnóstico da Saúde em Santa Catarina e sua relação com a conjuntura nacional. Precisamos debater as Organizações Sociais e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, assim como a PEC 241 / PEC 55 e demais medidas impostas à classe trabalhadora. Não temos outra saída para defendermos a Saúde do nosso povo catarinense a não ser resistirmos e nos organizarmos. Por isso chamamos todas e todos para esse espaço que deve ser de atualização da nossa conjuntura e preparatório para o Seminário Nacional.

O evento não é restrito a quem vai ao VI Seminário Nacional, que acontecerá em Goiânia, Goiás. Se você se interessa e quer somar ao debate, o Fórum Catarinense ficará muito contente em recebê-lo. 

O que? Debate Preparatório ao VI Seminário da FNCPS

Quando? 16 de Novembro de 2016, quarta-feira, as 18h00


Campus Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina, bairro Trindade, Florianópolis/SC. Clique aqui para ver mapa

Realização: Fórum em Defesa do SUS de Santa Catarina e contra as Privatizações

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

VI Seminário: Regulamento para envio de resumos e apresentação de trabalhos




Conforme já divulgado em nossa programação geral, faz parte do VI Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde a apresentação de trabalhos através de pôsteres e momento de apresentação.

Se você se interessa, confira as orientações CLICANDO AQUI

Mas, não se confunda: a inscrição de trabalho e apresentação não é obrigatória para participação no VI Seminário. A programação é mais ampla e aberta à participação de todas as pessoas interessadas. A apresentação de trabalhos é apenas uma parte da programação.

Lembrando que as inscrições para o VI Seminário já estão abertas. As inscrições servem tanto para quem irá pessoalmente ao evento, quanto para assistir online. 

Acesse o formulário de inscrição CLICANDO AQUI

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

VI Seminário Nacional: Inscrições Abertas!




De um mês para cá, temos lançado as informações sobre o VI Seminário Nacional da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde conforme vão saindo.

Agora, com muita alegria, anunciamos que as inscrições estão abertas!

As inscrições podem ser feitas tanto para quem vai até o Seminário quanto para acompanhar à distância (online). 


Não viu nossas postagens anteriores? 

Saiba mais sobre o VI Seminário clicando aqui.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Programação Geral do VI Seminário




Conforme antecipamos no mês passado, em novembro realizaremos o nosso VI Seminário Nacional (clique aqui e saiba mais).

Na divulgação, ainda não tínhamos definida a Programação Geral. Como prometido, aqui está!

Em breve, divulgaremos a programação detalhada, com os nomes dos debatedores de cada conferência, etc.

As inscrições podem ser feitas tanto para quem vai até o Seminário quanto para acompanhar à distância (online). 


Basta acessar o formulário de inscrição CLICANDO AQUI


Programação Geral do VI Seminário da 
Frente Nacional contra a Privatização da Saúde


25/11/2016, sexta-feira

Pré-Seminário

08h30 - 12h30

- Oficinas

14h00 - 16h30

- Ato Público em Defesa do SUS

Seminário

17h30 - 22h00 

- Abertura do VI Seminário

- Conferência: Contexto atual e repercussão no Sistema Único de Saúde

26/11/2016, sábado

08h30 - 12h00

- Conferência: A Saúde no Contexto Latino-Americano e Brasileiro
13h30 - 16h00

- Grupos Temáticos sobre a organização da luta

16h00 - 20h00

- Reunião do Colegiado da FNCPS

18h00 - 20h00

- Exposição e apresentação de pôster

20h00 - 21h00

- Síntese dos pôsteres

27/11/2016, domingo


08h30 - 10h30

- Reunião dos fóruns e frentes de saúde municipais, regionais e estaduais

10h30 - 12h30

- Apresentação de propostas dos fóruns e frentes 

14h00 - 18h00

- Plenária Final

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

VI Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde



Com imensa felicidade comunicamos que mais uma vez conseguimos concretizar a realização anual do nosso Seminário Nacional, que já chega à 6ª edição.

Sempre com a proposta de circular pelo país, desta vez a região brasileira que recebe o Seminário é a Centro-Oeste, na cidade de Goiânia, estado de Goiás. A brava gente da Frente Goiana contra a Privatização da Saúde se comprometeu e será a principal força de organização do VI Seminário.

Ainda não fechamos local e programação. Porém, as datas estão confirmadas. Por isso, adiantamos a divulgação desde já, visando facilitar o agendamento e planejamento de quem se interessar. Os dias do Seminário são 25, 26 e 27 de Novembro de 2016, sexta-feira a domingo.

Se você estiver interessada(o) em participar, mas pensa, "Nossa, estou interessada(o), mas nunca participei da organização da Frente antes, ou do Fórum local... Será que posso participar?", a resposta é... SIM! Você será muito bem-vinda(o)! Afinal, um dos objetivos e importância dos nossos seminários é de aproximar as pessoas às nossas lutas, sendo uma ótima oportunidade para começar a participar.

Local

Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás - FE/UFG

Rua 235, número 327, Setor Leste Universitário, Campus I da UFG. Clique aqui para acessar mapa

Inscrições

As inscrições podem ser feitas tanto para quem vai até o Seminário quanto para acompanhar à distância (online).

Basta acessar o formulário de inscrição CLICANDO AQUI

Para saber mais sobre a transmissão online, clique aqui.

Programação


Transmissão online

A parte do Seminário que transmitiremos online são as Conferências (mesas redondas e debate) de 6ª feira e de sábado, conforme a programação acima.

Os nomes e outras informações dos componentes de cada Conferência serão divulgados o mais breve quanto possível. Estamos aguardando algumas confirmações.

Para assistir online, basta se inscrever no formulário, assinalando a opção Assistir pela Internet. Acesse o formulário CLICANDO AQUI.

A transmissão ocorrerá através do nosso Canal do Youtube:
https://www.youtube.com/ContraPrivatizacaoBrasil

Inscrição de resumos e apresentação de trabalhos

Como você pode perceber, faz parte do VI Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde a apresentação de trabalhos através de pôsteres e momento de apresentação. Se você se interessa, confira as orientações CLICANDO AQUI.

A inscrição de trabalho e apresentação não é obrigatória para participação no VI Seminário. A programação é mais ampla e aberta à participação de todas as pessoas interessadas. A apresentação de trabalhos é apenas uma parte da programação.

Hospedagem

Fizemos uma lista de hotéis próximos ao local de realização do VI Seminário. E melhor: negociamos com os respectivos hotéis, preços com desconto para os participantes do Seminário. Os detalhes e instruções se encontram no documento. Clique aqui para acessar

ESPERAMOS POR VOCÊ!

domingo, 5 de abril de 2015

Cobertura da EPSJV do V Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde


A assessoria de comunicação da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio - EPSJV/Fiocruz, assim como nos seminários anteriores, fez cobertura de imprensa da realização do nosso V Seminário. Aliás, uma cobertura completíssima!

Poucos dias atrás, as matérias saíram, e aqui divulgamos. E, antes de mais nada, a Frente Nacional contra a Privatização da Saúde coloca a público os seus mais sinceros agradecimentos à EPSJV pela atenção que sempre tem com nossas lutas e também ajudando a construí-las!


Mobilização pelo SUS

Seminário Nacional da Frente contra a Privatização da Saúde busca traçar plano de lutas contra o avanço do capital sobre os direitos sociais

Por Cátia Guimarães - EPSJV/Fiocruz

“O SUS é nosso, ninguém tira da gente, direito adquirido não se compra e não se vende”

Cantado muitas vezes ao longo de três dias de encontro, esse ‘grito de guerra’ deu o tom da luta política que reuniu mais de 700 pessoas no Rio de Janeiro entre 27 e 29 de março, durante o V Seminário da Frente Nacional Contra Privatização da Saúde. “Nós somos uma frente anticapitalista contra a privatização da vida”, resumiu Maria Inês Souza Bravo, professora da Escola de Serviço Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), integrante do Fórum de Saúde do Rio de Janeiro e da Frente, na abertura do evento. 

Participaram do evento professores, pesquisadores, profissionais e conselheiros de Saúde, estudantes, sindicalistas, parlamentares e representantes de partidos políticos de esquerda, além de militantes de movimentos sociais engajados nas mais variadas lutas , totalizando mais de 50 entidades. Além disso, estiveram presentes caravanas de 20 fóruns de saúde estaduais — existem 21 ao todo — e de quase 10 fóruns municipais, que compõem e mobilizam o trabalho cotidiano da Frente. 


“Estou curando a alma neste evento”, disse Jaime Breilh, professor da Universidade Andina Simón Bolivar, do Equador, contando que, quando esteve recentemente num congresso de epidemiologia lotado de jovens, no momento do lançamento do livro sobre o legado de Maria Cecilia Ferro Donnangelo, considerada pioneira na discussão das ciências sociais atreladas à epidemiologia, havia apenas 200 pessoas.

Participaram da mesa de abertura do evento, que aconteceu no auditório da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV) da Fundação Oswaldo Cruz, o diretor da própria EPSJV, Paulo César Ribeiro, o diretor da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), Hermano Castro, e a vice-presidente de ensino e informação da Fiocruz, Nísia Trindade.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Vídeos e apresentações de slides do V Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde



Logo após a realização do V Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde, abrimos um Canal no Youtube, onde disponibilizamos as gravações em vídeo de todas as mesas redondas do evento.

Para acessar o Canal, basta clicar no link:


São 5 vídeos no total, com a íntegra das apresentações e debates de cada mesa.

Também disponibilizamos aqui as apresentações de slides dos palestrantes, para quem se interessar em visualizar melhor e aprofundar o conhecimento a partir destes materiais. 

Clique em cima de cada título para acessar:







FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE - 30/03/2015

quinta-feira, 26 de março de 2015

Começa amanhã, 27/03! Conheça as últimas informações para o Seminário da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde



COMEÇA AMANHÃ! 
Últimas informações para o Seminário da Frente Nacional


Neste final de semana (27 a 29 de março de 2015), acontecerá o V Seminário da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde!  

Será realizado no Rio de Janeiro, nos dias 27 de março (pré-seminário, na Escola Politécnica/Fiocruz) e 28 e 29 de março (seminário propriamente dito, na UERJ).

Se as condições técnicas permitirem, haverá transmissão pela Internet, para a qual pedimos que os interessados se cadastrem no formulário (clique aqui).

As inscrições já se encerraram no dia 16 de março, com número de vagas limitado por questões de lotação dos auditórios, então não será possível garantir a participação de quem não se inscreveu (e pagou a inscrição) no prazo. Recomenda-se trazer o comprovante de inscrição emitido pelo site, para facilitar o credenciamento.

Atenção: já se esgotaram todas as vagas para alojamento, tanto interno (espaço para colchão) quanto externo (para barraca). Só será possível alojar quem fez essa escolha no momento da inscrição. Além disso, a taxa de R$ 15,00 não inclui alimentação, que é por conta de cada participante.

Clique nos links:




Dúvidas? Problemas com a inscrição? Mande um e-mail para: