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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Privatização da HEMORREDE em Goiás



O Governo do Estado de Goiás quer ampliar a privatização da esfera estadual do Sistema Único de Saúde. Mesmo com o que já foi privatizado, não demonstrar melhorias e ampliação do atendimento, a exemplo dos hospitais estaduais, o governo quer estender a privatização à Política de Sangue, entregando à uma Organização Social (OS) o Hemocentro de Goiás e demais hemocentros e outros tipos de unidade da HEMORREDE.


Ontem, 21 de novembro de 2017, a Comissão de Saúde e Promoção Social da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás realizou audiência pública para debater a Política de Sangue em Goiás, com destaque ao tema da intenção de privatização. 

A Frente Goiana contra a Privatização da Saúde e a Frente Nacional contra a Privatização da Saúde estiveram presentes, com faixas e outros materiais, e também utilizando-se de fala na mesa para comunicar aos presentes os problemas que a privatização dos serviços públicos de saúde traz.

Prof. Jacqueline Lima representou a Frente Goiás e a FNCPS na mesa















Conheça abaixo a Nota de Repúdio elaborada pela Frente Goiana com relação a questão:

Nota de Repúdio em PDF clicando aqui

NOTA DE REPÚDIO À PRIVATIZAÇÃO DO HEMOCENTRO DE GOIÁS

O Hemocentro compreende o conjunto das Unidades Públicas em Goiás que atuam na área de Sangue e Hemoderivados, visando atender a demanda de sangue nos Hospitais públicos e contratados pelo SUS em todo o Estado. Por meio da HEMORREDE, atende também a população do interior do Estado, sendo composta por 01 HEMOCENTRO COORDENADOR (Goiânia-GO); 04 HEMOCENTROS REGIONAIS (Catalão, Ceres, Rio Verde e Jataí); 06 Unidades de Coleta e Transfusão em Goiânia, Porangatu, Formosa, Quirinópolis e Iporá e 18 Agências Transfusionais distribuídas na capital e interior do Estado.

Entregar o hemocentro e sua Rede para uma Organização Social - OS significa um retrocesso que poderá ter consequências irreparáveis para a saúde e vida da população goiana e dos estados próximos. Após milhares de mortes relacionadas com a contaminação da população com vírus como hepatite e HIV nos anos 1980 e 1990, foi proibida a comercialização do sangue e o Ministério da Saúde assumiu o controle sobre a produção e qualidade do sangue e hemoderivados. 

As tentativas de transformar o sangue em comércio nunca deixaram de existir, inclusive com o baixo investimento público na ampliação de sua rede de atendimento, como estratégia para beneficiar os serviços privados que ganham muito dinheiro do SUS por meio de contratos e convênios.

O Estado de Goiás tem passado por vários processos de terceirização/privatização desde 2010 e, curiosamente, cada unidade de Saúde entregue para as Organizações Sociais (OS) sofreram previamente um impiedoso e irresponsável processo de sucateamento por parte do governo, para justificar as terceirizações.

As justificativas mais utilizadas são “morosidade nos processos de compra e licitação, dificuldade em contratação de funcionários, entraves em relação à manutenção preventiva e corretiva de equipamentos, esgotamento financeiro das unidades, e baixa capacidade de atendimento aos usuários”.

Entretanto, após a “entrega” dos serviços para as OS, as verbas públicas dobram ou triplicam, quando comparadas com o período em que estavam sob gestão pública e, de acordo com o DATASUS, o número de atendimentos à população é reduzido de forma significativa.

Contudo, sabemos que se o governo investisse nos serviços públicos os mesmos valores entregue às OS, a qualidade e o número de atendimentos seriam vertiginosamente aumentados.

O escândalo envolvendo recentemente a Saneago e OSs ligadas à Saúde em Goiás, bem como o registro de desvios de dinheiro público, fraudes em licitações, nepotismo amplamente divulgados em todo o país, etc., confirmam as suspeitas sobre os interesses relacionados com o fim do SUS e a mercantilização da saúde.

Entregar o Hemocentro de Goiás para uma OS será mais um desastre para a população. A exemplo de quando os hospitais gerenciados por OS cancelam internações e serviços essenciais como UTI e cirurgias, sabemos que a população estará nas mãos dos gestores das OS que decidirão, quando seus interesses financeiros estiverem em jogo, pela redução ou suspensão da distribuição de sangue e hemoderivados para a população.

Repudiamos a terceirização dos serviços do Hemocentro de Goiás a qualquer Organização Social. Exigimos auditoria nas OSs em funcionamento na Saúde em Goiás e que as condições de pleno funcionamento do Hemocentro sejam imediatamente  restauradas.

Sangue é saúde. Saúde não é mercadoria. Nosso sangue não está à venda!
Por um SUS público 100% estatal já!

FRENTE GOIANA CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE
FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE



domingo, 31 de agosto de 2014

Seminário em Curitiba e Londrina discute sobre a privatização nos Correios

27/08/2014 



Participe do Seminário sobre Privatização nos Correios nos dias 04 e 06 de setembro

No dia 04 de setembro de 2014 (quinta-feira), o Sintcom-PR realiza o Seminário Estadual sobre Privatização nos Correios. O evento acontece na sede do Sintcom-PR (Rua Engenheiro Rebouças, 1595), a partir das 19h00 horas.

Participe e venha entender o que está em jogo com a criação da CorreiosPAR e com a Lei 12.490, que permite que a ECT crie empresas privadas ou adquira participação acionária em sociedades empresariais já estabelecidas.

O seminário contará com a presença do ecetista português José Arsenio, secretário geral do sindicato que representa os trabalhadores dos Correios de Portugal. Com a palestra “Privatização do Correios de Portugal e o futuro dos Correios no Brasil”, ele falará sobre a luta dos ecetistas portugueses contra a entrega do CTT à iniciativa privada e sobre as semelhanças entre a privatização portuguesa e brasileira. Em Portugal, primeiro ocorreu o processo de liberalização postal com a criação de empresas que compunham o Grupo Correios – como ocorre agora no Brasil com a CorreiosPAR – para depois o Correios ser entregue a iniciativa privada através de leilão em 2013.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Privatizações petistas: dinheiro público, lucros privados

domingo, 2 de fevereiro de 2014
Por Sérgio Domingues


As privatizações petistas são mais discretas que as tucanas. Elas privatizam mais os recursos do Estado do que seu patrimônio. Um exemplo é o programa “Minha Casa Minha Vida”.

Em 30/01, a Carta Capital publicou o artigo “Como não fazer política urbana” (clique aqui e veja), de Ana Paula Ribeiro, Guilherme Boulos e Natalia Szermeta. O texto revela que após anos de existência do programa, “o déficit habitacional aumentou em quase 1,5 milhão de moradias”.


Para entender como isso aconteceu, o melhor é ler o texto. Mas, basicamente, o artigo diz que o programa acabou beneficiando cinco gigantes do mercado: Odebrecht, Camargo Corrêa, OAS, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão. Essas empreiteiras entregaram 1 milhão de novas casas, mas 2,5 milhões de famílias perderam suas moradias devido à enorme especulação imobiliária.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Servidores, médicos, estudantes e populares dizem “NÃO!” à privatização da Saúde

Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 05/07/2013

A população está nas ruas. Os servidores públicos sempre estiveram na luta por serviços de qualidade para toda a população e pela defesa do patrimônio nacional, seja na Saúde, na Educação, nos transportes ou na infraestrutura. A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) é mais uma tentativa de enfraquecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Não deixaremos!

O Sintrasef, servidores da Saúde e diversas entidades representando médicos e estudantes participaram, no dia 05 de junho de 2013, da manifestação contra a privatização do Sistema de Saúde no Rio de Janeiro e no Brasil. O protesto reuniu cerca de duas mil pessoas, que se encontraram pela manhã na Cinelândia e marcharam na hora do almoço até a sede do Ministério da Saúde, na Rua México 128.

Durante todo o protesto os servidores informaram à população sobre o risco que é a tentativa de implantação da Empresa Brasileira de Serviço Hospitalar (Ebserh) pelo governo federal. A empresa atuaria gerenciando instituto e hospitais federais, mas esse “gerenciamento” atropelaria diversas leis e direitos adquiridos pelos servidores federais e pela população, colocando em risco o Sistema Único de Saúde (SUS).

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Alerta! Em Ilhéus/BA, as privatizações estão ameaçando correrem soltas se não houver luta

02 jul 2013
Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 03/07/2013

Abram os olhos!

Ilheenses, se preparem. O prefeito Jabes Ribeiro, em conluio com sua turma, está querendo terceirizar a área administrativa da Saúde e Educação.

A empresa já está até escolhida: segundo uma fonte, trata-se da Cooperativa de Prestadores de Serviço (Coopset), criada em 28/11/2012, para concorrer em licitações dentro da prefeitura de Ilhéus.

Na sua descrição de atividades econômicas secundárias, estão os serviços combinados de escritório e apoio administrativo, atividades essas necessárias para contratação de gente para prestar serviço à Saúde e Educação.

Sem nenhuma comprovação de prestação de serviço anterior, ontem a Coopset participou mais uma vez da licitação para transporte de resíduos sólidos. Chegou até a ganhar, mas foi desclassificada, sob pressão de populares e sociedade civil organizada que estavam no local fiscalizando a licitação.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Divulgando: Ato Público "A cidade é pública e não está a venda" em Rio de Janeiro/RJ - 04/07/2013


(clique na imagem para ampliar)

A CIDADE É PÚBLICA E NÃO ESTA À VENDA

EXIGIMOS NOSSOS DIREITOS!


O Ato Público já está marcado:

Será dia 04 de julho de 2013, quinta-feira, a partir das 17h00, no Buraco do Lume (na praça em frente ao antigo Banerjão - estação carioca do Metrô: atravessa a Rio Branco e, no sinal à esquerda, você verá uma pracinha: é ela!. Historicamente, antiga Melvin Johnes, Tabuleiro da Baiana, atual praça Mário Lago).