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quarta-feira, 22 de abril de 2020

FIOCRUZ LANÇA NOTA EM DEFESA DE PESQUISADORES QUE VEM RECEBENDO AMEAÇAS DE MORTE NAS REDES SOCIAIS

"A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou nota em defesa da ciência e dos pesquisadores envolvidos no estudo da cloroquina que estão recebendo ameaças de morte nas redes. Os criminosos exigem que os resultados dos testes em pacientes graves apontem para a eficácia do medicamento, prescindindo do rigor técnico e científico. Leia."



segunda-feira, 14 de abril de 2014

Fiocruz desmente TKCSA em documento enviado ao Ministério Público

10/04/2014
Por Talita Rodrigues

A poluição ambiental causada pela instalação da ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA), em Santa Cruz, no município do Rio de Janeiro, tem trazido muitos problemas à população local. As denúncias sobre o impacto no meio ambiente e na saúde da população levaram instituições públicas, pesquisadores e movimentos sociais, inclusive a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a acompanhar de perto os processos de licenciamento ambiental e de instalação do complexo siderúrgico, que atualmente funciona com um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado com a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), enquanto aguarda a licença de operação. 


Para isso, a TKCSA deveria cumprir, até 15 de abril de 2014, as 134 não conformidades previstas no TAC. No entanto, às vésperas do prazo final, a TKCSA não cumpriu todas as condicionalidades e ainda divulgou uma informação falsa sobre a participação da Fiocruz em uma auditoria de saúde que sequer foi realizada. Em documento (clique aqui para acessá-lo) encaminhado ao Ministério Público do Rio de Janeiro, a Fiocruz desmente a empresa, explicando que não assinou um relatório que a siderúrgica usa como argumento em sua defesa e questionando ainda a validade desse documento como resultado de uma auditoria de saúde. “Querem fazer passar como auditoria de saúde um relatório que nunca se propôs a ser isso e que é limitado. A Fiocruz retirou sua assinatura exatamente por não concordar. Não houve auditoria da saúde. Isso é uma farsa”, explica Marcelo Firpo, pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), que integra o Grupo de Trabalho da Fiocruz que acompanha o caso. O material em que consta essa informação foi distribuído pela TKCSA em uma Audiência Pública realizada no dia 27 de março.

O complexo siderúrgico TKCSA é considerado um dos maiores empreendimentos privados do setor produtivo na América Latina, com produção prevista de 5 milhões de toneladas anuais de aço para a exportação. O projeto é fruto de uma parceria entre a ThyssenKrupp Steel, maior produtora de aço da Alemanha e principal acionista, e a mineradora Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Divulgando: 13/08/2013, 11h00 - "A Saúde nas Ruas" é o tema do programa "Sala de Convidados" do Canal Saúde/Fiocruz


A Saúde nas Ruas é o tema do Sala de Convidados

Nesta terça-feira, 13/08, às 11h00

Participe ao vivo!

Fonte: www.sinmedrn.org.br
“Enfia os 20 centavos no SUS!” foi uma das frases que puderam ser lidas nas manifestações que tomaram o Brasil no mês de junho de 2013, que tiveram como estopim o aumento do preço das passagens e ganharam as mais variadas pautas. Uma das principais delas: a melhoria da qualidade do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS).

O Sala de Convidados desta semana, que vai ao ar na terça-feira, 13 de agosto de 2013, ao vivo às 11h00, tem como tema “A Saúde nas Ruas”. O programa vai discutir as questões levantadas pelas cobranças feitas nas manifestações nas ruas de todo o país e quais os prováveis rumos da saúde pública no Brasil.

Entre os convidados confirmados para debater o tema no estúdio do Canal Saúde estão o médico sanitarista e professor da PUC de Campinas, Pedro Tourinho; e a presidente do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Ana Maria Costa.

sábado, 6 de abril de 2013

Não perca a edição da Radis de abril/2013


Publicada em 01/04/2013

Radis apresenta desafios de resgate do SUS

A reportagem de capa da edição de abril da Revista Radis (número 127) propõe a reflexão acerca da construção do Sistema Único de Saúde (SUS) e dos fatores que impedem seu pleno funcionamento. Ao adotar o verso da música ‘Comida’ (1987), da banda Titãs, para a chamada de capa, a publicação expressa os anseios daqueles que nunca perderam de vista pontos cruciais que consolidariam o SUS brasileiro tal como foi concebido. Porém, até hoje, passadas mais de duas décadas após sua concepção, tais pontos cruciais permanecem pendentes. “A gente quer inteiro, e não pela metade”, como diz a letra, que reflete a busca pela compreensão do que falta – e por que falta – ao SUS para que seu projeto se concretize.

A segunda parte da reportagem sobre o SUS aponta para a necessidade do resgate de um dos seus princípios de sustentação: a universalidade. “A universalização é o conceito mais poderoso que a saúde pública tem a oferecer”, atestou a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margareth Chan, na Assembleia Mundial da Saúde de 2012, em Genebra, Suíça. No entanto, a questão proposta pela Radis é: de qual universalização estamos falando?

terça-feira, 26 de março de 2013

Confira a edição da Radis de março de 2013


Publicada em 04/03/2013

Já está disponível a versão on-line da revista Radis, edição n° 126, de março de 2013. A reportagem de capa, intitulada “Largada rumo a cidades saudáveis”, enfoca dificuldades e possibilidades em algumas capitais brasileiras na área de Saúde. Segundo a revista, distâncias e semelhanças foram encontradas entre as realidades de Boa Vista, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Macapá, Palmas, Salvador, São Luís, Teresina e Vitória. Para algumas dessas cidades, os problemas começaram já na "troca de bastão" entre a gestão que deixa a Secretaria de Saúde  e a que começa a trabalhar: os novos alegam, entre outros problemas, ausência de informações sobre a rede de saúde que terão de administrar nos próximos quatro anos; em alguns casos, denunciam o sucateamento da rede e a necessidade de sua reconstrução.

Com a posse dos novos prefeitos, em janeiro de 2013, os secretários municipais de Saúde terão oportunidade de efetivar a construção de cidades mais saudáveis. Na corrida em direção à melhoria da qualidade de vida da população, cada um faz uso de suas estratégias para superar obstáculos e cumprir suas metas. A ideia de cidades saudáveis tem raízes na 1ª Conferência Internacional sobre a Promoção da Saúde, realizada no Canadá, em 1986, ano em que os princípios da Reforma Sanitária brasileira foram consagrados na 8ª Conferência Nacional de Saúde.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Edição da Radis de fevereiro de 2013 está no ar



Publicada em 06/02/2013


Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 07/02/2013


Com o título "10° Abrascão – Desenvolvimento e equidade caminham juntos", já está disponível a versão online da revista Radis, edição n° 125, de fevereiro de 2013. 

A reportagem de capa, intitulada "Não há riqueza sem saúde", discute as seguintes questões: qual desenvolvimento para qual saúde? De onde e de quem partem as demandas em saúde, ciência e tecnologia? Como sair da servidão ao mercado e trazer o foco da agenda para as demandas da sociedade? Como atender a essas demandas sem recursos suficientes? Essas questões movimentaram os debates do congresso realizado em Porto Alegre, de 14 a 18 de novembro de 2012.

Outra reportagem de destaque, "O olhar de Dona Palmira", enfoca o ponto de vista da líder comunitária Palmira Sergio Lopes. De acordo com a revista, na tarde do dia 15/11/2012, a moradora do assentamento Novo Salvador, localizado na fronteira entre a Paraíba e o Rio Grande do Norte, após cantar versos que compusera sobre o Sistema Único de Saúde (SUS), foi convidada pelo ministro Alexandre Padilha para compor a mesa. Na solenidade, ela recitou os mesmos versos e cobrou mais atenção para os saberes tradicionais: “Minha gente, precisamos nos organizar para promover o encontro dos gestores com a educação popular”, conclamou, aplaudida de pé pelo auditório. 

Palmira disse ter ficado triste quando, na 14ª Conferência Nacional de Saúde, em 2011, se debateu a privatização do sistema. “Nem em sonho se pode privatizar”, alertou, recitando um dos versos. Também mostrou conhecer os impactos dos agrotóxicos e o caminho que o produto percorre até danificar a saúde dos moradores da região onde vive. “O usineiro é quem está por trás disso, o homem do dinheiro. O tomate que a gente planta normal e bota em casa, ele vai amadurecendo até ficar bem vermelhinho. O com agrotóxico não amadurece, fica preto”, explicou.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Mortes causadas pelo amianto tendem a aumentar no Brasil


Entre 2000 e 2010 foram registrados 2400 óbitos por complicações causadas pelo contato com o produto. STF realiza audiência pública hoje (24) para debater o problema


Publicado em 24/08/2012, 09:59
Última atualização às 09:59


São Paulo – O Brasil registrou 2.400 mortes causadas pelo amianto entre 2000 e 2010. Desse total, 2.123 morreram por câncer (mesotelioma e de pleura) e 265 devido a placas pleurais e pneumoconiose causadas pela exposição ao mineral. O câncer de pulmão também pode ter a mesma causa, mas raramente é diagnosticado e registrado com essa associação causal.

Com diversas aplicações, como telhas e caixas d´água,
o amianto um material comprovadamente
cancerígeno (Foto: Wilson Dias/ABr)

Em 11 anos as mortes por mesotelioma aumentaram 49%, com média de crescimento de 4,5% ao ano. Entre os homens a tendência foi de aumento do número de mortes, de 32 em 2000 para 49 em 2010 – 53% a mais, média anual de 4,8% ao ano. Houve crescimento também nos casos entre as mulheres, que passou de 29 para 42, aumento médio de 1,18% ao ano, e um total de 13% nos 11 anos. 

O dados foram divulgados no Boletim Epidemiológico sobre Mortalidade por Agravos à Saúde Relacionados ao Amianto no Brasil. O artigo é assinado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal da Bahia (UFBA). 

"A tendência é de aumento de mortes a cada ano”, afirma Hermano de Castro, médico e pesquisador do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, vinculada à Fiocruz. “O incremento é fruto da melhora da rede de diagnóstico, mas também do uso do amianto em larga escala no Brasil.” Segundo o pesquisador, o crescimento de casos é observado em todos os países. Estudos mostram que onde o amianto foi banido, ainda no século 20, os casos só serão reduzidos entre os anos de 2020 e 2030. “Isso devido ao longo período de latência superior a 40 anos. Ou seja, o câncer geralmente aparece 40 anos após a primeira exposição”, diz. 

O banimento do amianto do processo produtivo brasileiro, segundo Hermano de Castro, é a primeira medida que deve ser tomada para reduzir o número de casos. “Além disso, vamos precisar de políticas públicas para a vigilância em saúde, para o acompanhamento dos milhões de brasileiros expostos ao amianto, seja no ambiente de trabalho ou não.” Apesar das pressões pelo banimento, o governo brasileiro optou pelo uso controlado. Mas segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não existe limite seguro de exposição.

sábado, 7 de abril de 2012

Sindicato da Fiocruz cria site para subsidiar Congresso Interno



Com base nas discussões que vêm sendo feitas nos Grupões (reuniões ampliadas
de diretoria), a Asfoc-SN lançou segunda-feira (02/04) um espaço virtual para maior
interação com a comunidade Fiocruz sobre as questões da Plenária Extraordinária
do VI Congresso Interno. Accesse o link do blog “Subsidiando” em
fiocruzemdebate.wordpress.com , ou no site da Asfoc (www.asfoc.fiocruz.br). Ao 
acessá-lo, o usuário poderá consultar documentos, agenda completa, fotos e vídeos
de debates já realizados, sempre com o intuito de subsidiar as discussões preparatórias
para esse importante evento. 

O espaço permite ainda que os trabalhadores da Fiocruz deixem opiniões ou mesmo
enviem material que contribua com uma maior qualificação para o debate. Ou seja, o
“Subsidiando” é seu, é nosso!


Fiocruz: convite seminário preparatório para o VI Congresso Interno