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sexta-feira, 23 de junho de 2017

30 de Junho é dia de Greve Geral: vamos todos aderir à greve e lotar as ruas!


A Frente Nacional contra a Privatização da Saúde não apenas apoia a Greve Geral marcada para o dia de 30 de Junho de 2017, como seus membros e organizações a constroem ativamente.


Com essa postagem, clamamos a adesão à greve por todas as pessoas que concordam que as reformas trabalhistas e a Reforma da Previdência que o governo federal tem em vista, retiram direitos históricos e conquistados com muito esforço pela classe trabalhadora. Ajude a se repetir o movimento dos dias 15 de Março e 28 de Abril, os dois últimos momentos de Greve Geral: vamos lotar as ruas deste país e demonstrar que não estamos contentes!

O que está em jogo é que a legislação brasileira não dê ainda mais espaço para que o lucro dos capitalistas sejam preservados a qualquer custo, e quem pague pela crise sejam as trabalhadoras e trabalhadores, especialmente os mais humildes. E também, literalmente está em jogo que não morramos trabalhando. Não paguemos dívidas que não são nossas!


Nossa luta é todo dia, direitos conquistados com suor sangue não podem ser perdidos!

Não passarão!

FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE
Junho de 2017

segunda-feira, 24 de abril de 2017

A Frente apoia e constrói a Greve Geral


A Frente Nacional contra a Privatização da Saúde não só apoia a Greve Geral marcada para o dia de 28 de Abril de 2017, como seus membros e organizações a constroem ativamente.

Com essa postagem, clamamos a adesão à greve por todas as pessoas que concordam que as reformas trabalhistas e a Reforma da Previdência que o governo federal tem em vista, retiram direitos históricos e conquistados com muito suor pela classe trabalhadora. Assim como em 15 de Março, vamos lotar as ruas deste país e demonstrar que não estamos contentes!


O que está em jogo é que a legislação brasileira não dê ainda mais espaço para que o lucro dos capitalistas sejam preservados a qualquer custo, e quem pague pela crise sejam as trabalhadoras e trabalhadores, especialmente os mais humildes. E também, literalmente está em jogo que não morramos trabalhando. Não paguemos dívidas que não são nossas!

Nossa luta é todo dia, a vida humana não é mercadoria!

Não passarão!

domingo, 5 de junho de 2016

Trabalhadoras e Trabalhadores: Venham para a Luta!



MOÇÃO DE APOIO
TRABALHADORA E TRABALHADORES: VENHAM PARA A LUTA


Brasília, 29 de maio de 2016

A Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde, em reunião nacional de seu Colegiado, realizada em Brasília, Distrito Federal, nos dias 28 e 29 de maio de 2016:

MANIFESTA apoio irrestrito às lutas das trabalhadoras e dos trabalhadores, em especial às categorias da Saúde e do serviço público que se encontram em greve ou em alguma forma de luta neste momento, entre elas:

- Universidades estaduais de São Paulo (USP, Unesp e Unicamp), com grande participação de estudantes, com destaque para a ocupação da reitoria da Unicamp e para a recente criação da Frente Contra a Desvinculação e o Desmonte do Hospital Universitário;

- Prefeitura de Campinas, São Paulo (incluindo Secretaria de Saúde e Hospital Mário Gatti) e Prefeitura de Vila Velha, Espírito Santo;

- Organizações Sociais - OSs vinculadas à Prefeitura de São Paulo, São Paulo, em que houve demissão em massa e redução de salários de trabalhadores e trabalhadoras da saúde diante da troca de entidades;

- Greves da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, professores do Rio de Janeiro, serviço público estadual de Minas Gerais;

- Ocupações das escolas e luta contra sua privatização e militarização (Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo);

- Agentes Comunitários de Saúde: resistência à portaria 958/GM/MS, de Maio de 2016, que ameaça a existência dessa categoria fundamental para o SUS (saiba mais clicando aqui).

REIVINDICA aos governantes e gestores públicos o imediato atendimento das pautas de tais movimentos, tanto econômicas quando aquelas relacionadas a condições de trabalho e vida;

REPUDIA toda forma de assédio moral e restrição dos direitos de organização, greve e manifestação;

CONCLAMA as entidades e os movimentos a construírem a unidade da classe trabalhadora, à qual pertencem tanto os trabalhadores quanto os usuários do SUS e das demais políticas sociais.

FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Nota de Apoio à Greve das(os) Servidoras(es) Públicos Municipais de Vila Velha


Postamos aqui, contribuindo na divulgação, a Nota de apoio à greve dos servidores públicos municipais do Município de Vila Velha, Espírito Santo, denunciando que após 62 dias de greve resistindo tivemos nosso salário cortado de forma arbitrária. A greve foi considerada legal e temos nosso registro eletrônico do ponto e mesmo assim cortaram os salários!

O Fórum Capixaba em Defesa da Saúde Pública tem contribuído desde o início na construção da greve. 


NOTA DE APOIO À GREVE DOS/AS SERVIDORES/AS DE VILA VELHA

Nós, entidades abaixo relacionadas, manifestamos apoio à greve municipal dos/as trabalhadores/as da Prefeitura Municipal de Vila Velha-ES, que iniciou no dia 29 de março de 2016. Desde então os servidores vêm sofrendo duros ataques e o último foi o corte indiscriminado da remuneração dos/as trabalhadores/as que aderiram à greve nos meses de abril e maio, corte esse que afeta diretamente as condições materiais e objetivas de sobrevivência. A arbitrária decisão ocorreu mesmo mantendo a cota necessária de funcionamento para cumprir as exigências legais de acordo com a decisão judicial nº 0011716-69.2016.8.08.0000 expedida pelo desembargador Jorge do Nascimento Viana.

Reconhecemos que o movimento grevista é uma conquista da classe trabalhadora e um instrumento utilizado quando não há abertura para negociar as pautas mais do que justas. Repudiamos essa forma autoritária e antidemocrática com que os/as trabalhares/as de Vila Velha vêm sendo tratados/as!

Apoiamos as justas reivindicações pela reposição salarial e benefício do auxílio alimentação! O município tem trabalhadores/as com o salário-base abaixo do salário mínimo, enquanto há cargos comissionados que recebem até 100% de gratificação (o que faz dobrar o salário). Não é falta de dinheiro! Não é crise! Além de todos os ajustes fiscais, o município é movido pelo clientelismo! Os cargos comissionados são usados para trocar serviço público por voto!

Destacamos que no âmbito da Saúde os cargos de gerência das unidades são loteados por alguns vereadores, e isso afeta diretamente a implantação do Sistema Único de Saúde universal, a prestação de um serviço de qualidade e ameaça o pleno exercício do controle social! Além disso, ressalta-se a precarização na efetivação das políticas públicas, como assistência social, educação, habitação, esporte, cultura e lazer, entre outras.

Aproveitamos para denunciar o adoecimento dos/as trabalhadores/as do município em decorrência dos fortes ataques sofridos e ameaças cotidianas. Depressão, crises de pânico, esgotamento mental, consequências de todo esse processo.

Com tudo isso exposto, a administração do Sr. Rodney Miranda só conseguiu provocar ainda mais a revolta e indignação dos/as trabalhadores/as. É ainda inadmissível que a iniciativa pelo corte de ponto dos profissionais da Saúde tenha advindo de uma Secretária, Sra. Andreia Passamani Corteletti, que é e se apresenta como assistente social! Sabe-se que os/as Assistentes sociais ao ocuparem cargos de Gestão o devem fazer no sentido de defender os interesses da classe a que se alia essa profissão, os/as trabalhadores/as! A atuação autoritária e de ataque direto aos/as trabalhadores/as do município são a máxima representação da incompatibilidade entre a atuação da Secretária e o Código de Ética dos/as Assistentes Sociais, profissão a qual se identifica. Repudiamos radicalmente a postura desta gestora!

Os servidores de Vila Velha estão mobilizados e decididos a não desistir diante das tentativas de intimidação! RESISTIR!

Reafirmamos nossas bandeiras de luta em defesa das políticas públicas 100% estatais, universais, de qualidade e a solidariedade de classe entre os/as trabalhadores/as de todos os setores!

ASSINAM A NOTA:

Fórum Capixaba em Defesa da Saúde Pública

Fórum Estadual de Trabalhadores do SUAS/ES

Fórum Metropolitano sobre Drogas

Conselho Regional de Serviço Social/ES

Conselho Regional de Psicologia/ES

Sindicato dos Enfermeiros no Estado do Espírito Santo (SINDIENFERMEIROS)

Sindicato dos Farmacêuticos no Estado do Espírito Santo (SINFES)

Sindicato dos Funcionários Ativos e Inativos da Câmara e Prefeitura Municipal de Vila Velha-ES (SINFAIS)

Sindicato dos Nutricionistas no Estado do Espírito Santo (SINDINUTRI)

Sindicato dos Psicólogos no Espírito Santo (SINDPSI)

Sindicato dos Servidores das Guardas Municipais e dos Agentes Municipais de Trânsito do Estado do Espírito Santo (SIGMATES)

Sindicato dos Técnicos Em Higiene Dental do Estado do Espírito Santo (SINDISAUDEBUCAL)

Coletivo Assistentes Sociais em Luta

Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) – Regional Leste

União Brasileira de Mulheres – ES


*Manifesto enviado diretamente pelo Fórum Capixaba em Defesa da Saúde Pública

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Nota de Solidariedade aos Servidores do INCA


O Fórum de Saúde do Rio de Janeiro e a Frente Nacional contra a Privatização da Saúde apoiam a Nota abaixo.

Nota de Solidariedade aos Servidores do Instituto Nacional do Câncer - INCA
Contra qualquer arbitrariedade da chefia da Unidade III

No dia 04 de junho, servidores em luta no INCA foram à direção do HC III (unidade hospitalar do INCA localizada em Vila Isabel)  para pedir explicações sobre as atitudes arbitrárias da direção em remanejar sem consenso alguns servidores, exigindo também que houvesse retorno imediato em casos de remanejamentos já realizados. Essas trocas, coincidentemente se dão em meio à greve do INCA e é dirigida aos grevistas, mostrando que não é uma necessidade da instituição e sim um ataque aos que lutam, configurando claramente assédio moral.

Vimos através desta expressar toda nossa solidariedade aos servidores do INCA, repudiando qualquer atitude antidemocrática por parte da direção/chefias que insistem em usar o assédio moral e a perseguição política como instrumento de coerção contra os trabalhadores.

Pelo retorno imediato dos remanejados e para que se abram as negociações com os servidores em luta, abaixo assinamos.

FÓRUM DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO
FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Greve dos professores no Uruguai: reflexões para o Brasil

18/07/2013
Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 25/07/2013


O Uruguai vive uma iniciativa popular sobre uma reforma constitucional objetivando igualar o salário de um parlamentar ao salário de um docente

Por Elaine C. S dos Santos e Jimena Lemes

As promessas do governo da Frente Ampla (coalizão partidária do atual presidente uruguaio José Mujica) para o aumento do investimento na Educação Pública não se consolidaram. Há uma escassez estrutural para desenvolver o processo de ensino-aprendizagem necessário. A dinâmica estatal tem sido transformar em espaços de contenção os centros de estudos, enfatizando o treinamento e a formação de trabalhadores acríticos em detrimento ao desenvolvimento integral humano.

Fonte: http://www.elpais.com.uy
Frente a uma nova proposta de orçamento anual que será votada em noventa dias, os professores uruguaios iniciaram uma greve no dia 20 de junho reivindicando: salário digno, melhoria estrutural do espaço escolar, número limite de estudantes por turma, número de horas limite de trabalho docente e um salário inicial por meia bolsa familiar no valor de $U 25000 (o salário atual é de $U 14000). Desta forma, o movimento foi crescendo desde a base, uniram-se à luta os professores do interior do país, os funcionários e também setores da Universidade. Em contrapartida, o governo tem se mostrado totalmente insensível às reclamações dos profissionais da educação, que contam também com o apoio da população.

Nesta conjuntura, o Uruguai vive uma iniciativa popular sobre uma reforma constitucional que objetiva igualar o salário de um parlamentar ao salário de um docente. Para alcançar esta reforma na Constituição se faz necessário coletar assinaturas e seguir um processo burocrático que se definirá nos próximos dias em uma reunião com a Corte Eleitoral.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Por força do movimento, Reitoria assina acordo e greve é suspensa no HUCAM-UFES

Seg, 13 de Maio de 2013
Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 16/05/2013

Categoria conquista importantes direitos para os trabalhadores. E a luta contra a Ebserh vai continuar

Sob os olhares dos trabalhadores, reitor lê o termo de acordo de greve

Foi uma greve curta de sete dias. Mas foi muito forte e com intensa participação dos trabalhadores do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). E por isso, o movimento paredista contra a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), contra a privatização da saúde pública e em defesa dos direitos da classe trabalhadora obteve conquistas importantes para a categoria.

Estava nas mãos da Reitoria acabar com a greve no Hospital, iniciada no dia 06 de maio de 2013. E sob os olhares de um grupo expressivo de trabalhadores, o reitor da Ufes assinou o termo de acordo de greve, com alterações que garantem os direitos dos trabalhadores, e encaminhou o fim da paralisação no Hucam. Foi em reunião realizada no prédio da administração da universidade, no campus de Goiabeiras em Vitória, na manhã desta segunda-feira, 13 de maio.

domingo, 12 de maio de 2013

Fim da Greve no HUCAM nas mãos do Reitor da UFES

10 de Maio de 2013
Republicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 12/05/2013

Categoria deve comparecer no campus de Goiabeiras, nesta segunda-feira, 13 de maio, às 08 horas, quando a Reitoria decidirá se vai acatar as solicitações dos trabalhadores para o retorno às atividades normais no hospital


Por SINTUFES

Os trabalhadores técnico-administrativos aprovaram o termo de acordo de greve e a avaliação que o setor Jurídico do Sintufes e o Comando Local de Greve no Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes da Universidade Federal do Espírito Santo (HUCAM-UFES) fizeram sobre o contrato da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. A decisão foi tomada pela assembleia da categoria realizada nesta sexta-feira, 10/05, na seção sindical do Sintufes, no campus de Maruípe, em Vitória.

Agora, caberá ao reitor da Ufes decidir se a greve no Hucam chega ao fim nesta segunda-feira, 13, às 08 horas, na Reitoria, na terceira rodada de negociações do movimento paredista com a administração da Ufes.

“Após recebermos os documentos do reitor, o Comando Local de Greve e o setor Jurídico do Sintufes elaboraram o termo de acordo de greve e fizeram uma avaliação detalhada do contrato da Ebserh. As cláusulas do termo foram no sentido de garantir o máximo de direitos possíveis para os trabalhadores e também para os usuários do hospital”, informou o Comando Local de Greve no Hucam.

terça-feira, 7 de maio de 2013

No HU da UFES: Greve contra o autoritarismo da Reitoria e EBSERH!

Publicado no blog da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde em 07/05/2013

Informe do Fórum Capixaba em Defesa da Saúde Pública:

Deflagrada greve no HUCAM (UFES)!

Por Janine Teixeira

Vimos por meio deste informar que foi deflagrada hoje a greve no Hospital Universitário Cassiano Antonio de Moraes, o HUCAM. De forma autoritária, o Reitor da Universidade Federal do Espírito Santo - UFES assinou o contrato de adesão a Empresa Brasiliera de Serviços Hospitalares (EBSERH) no dia 15 de abril de 2013 e homologou no Conselho Universitário, em regime de urgência, no dia 25 de Abril. No dia 26 de Abril foi publicada uma lista na página da UFES onde mais de 100 trabalhadores foram colocados em disponibilidade sem nenhum critério aparente.

Fonte: www.sintufes.org.br
A deflagração da greve está repercutindo de forma positiva na imprensa, pois no Espírito Santo todos os hospitais do estado estão também sendo entregues a Organizações Sociais (OSs).

As pautas da nossa greve são: 

- Contra a EBSERH; 

- Não subordinação dos trabalhadores do HUCAM à gerência da EBSERH;

- Pela manutenção da jornada de trabalho de 30 horas semanais; 

- Pelo livre direito de opção dos trabalhadores do HUCAM de continuar no seu local de trabalho vinculado a UFES.